Estive na casa da tia Madalena, irmã mais nova da mamãe, para fazer uma visita à vovó. Há tempos não via a minha velhinha e fiquei chocada com o que encontrei por lá. Dona Martinha era uma senhora de muitas palavras e muitas andanças, muito risonha, simpática e feliz. Era uma baixinha engraçada dessas de corpinho entroncado, perninhas curtas e um cabelão longo e grisalho de dar inveja. Via com felicidade o dia em que ela chegava de viagem, mamãe chamava e nós íamos recebê-la aos gritos e abraços. Éramos maior que ela e isso causava piada em casa. Chagava avexada, cheia de frutas e novidades da colônia onde morava. Trazia sacos de farinha na cabeça e se gabava que era mulher forte e cheia de vivacidade. Não havia nenhuma moça mais corajosa que ela ali na cidade, gabava-se. Eu gostava da minha vó, era à ela que eu recorria nas surras que levava da mamãe. As duas viviam em pé de guerra porque a nossa vozinha não concordava com o jeitão torto da Maria em educar a gente. Lembro que na minha revolta de adolescente, ela já morava em Santa Luzia e, sempre que eu tinha problemas em casa, corria para o seu colo naquela casinha miúda que só dava para ela e o vovô. Meu avô era um senhor limpo, engraçado e muito garanhão. Galanteador, potoqueiro e viajante, passava dias e dias fora de casa em suas andanças pelo mundo e esquecia a Martinha sozinha na sua solidão de esposa. Vovó era cheia de rancor no peito, reclamava da vida, queria morrer logo, repudiava a idade dos oitenta, dizia que velho depois dos cinquenta era só pra dar trabalho e despesas. Vovô era senhor de idade, mas se sentia um adolescente, dizia que viveria cento e cinquenta anos, que casaria dezenas de vezes depois que a vovó morresse. Mas a morte lhe pregou uma peça e ele, tão vivo, foi atropelado embaixo de uma passarela de pedestre aqui na Almirante Barroso. Sofri muito com a morte do meu velhinho Peter Pan. Fui ao seu enterro numa chuva tremenda e fiquei no cemitério conversando com ele como ele conversava com a televisão. Até hoje penso que a morte do meu avô tenha sido a maior dor que eu já senti até o dia em que vi a vida da minha avó. Chorei em vê o meu avô morto. Assim como chorei em vê a minha avó viva. É o que eu tenho dito sempre, não sei se morrer às vezes é o pior caminho. Vi a minha avozinha ali naquela cama sem qualquer sinal de racionalidade e pedi a Deus que a levasse embora. Sempre quis a Martinha viva, mas acho mesmo que a morte lhe seria o melhor presente. Cheguei à casa da titia e vi a minha amável velha deitada numa cama, atrofiada, aleijada, surda, muda, cega, vegetando. Meu ser humano mais lindo virou uma linda flor e é cheirosa, tem cheiro de talco barla, cheiro de avó, de mãezona, segunda mãe, um amor. Segurei firme as suas mãos intactas sem qualquer movimento, fechadas com os dedinhos encolhidos e falei ao seu ouvido: “Sou eu, minha vó, a Junia! Dá um sorriso pra mim!”. Nenhum sinal. Segurei forte nos seus ombros sustentando as suas costas com o peito: “Me dá um beijo, meu amor, fala comigo!”. Nenhum gesto. “Quem cortou os teus cabelos, minha linda? Poxa vida, eu os achava tão bonitos!”. Nada. “Nunca mais tive tempo pra dizer que te amo, minha querida. Não sou mais a tua neta preferida,né?! Estás com raiva e por isso não queres falar comigo!!”. Nem choro, nem abraço, nem gestos, nem uma palavra. Ela emudeceu e quase parte o meu coração em pedaços. Fiquei ali observando e pensando naquele tempo em que eu a vi andando, brigando e correndo atrás da gente. Era tão engraçado. Suas perninhas curtas e ligeiras tentando nos alcançar sem nenhum sucesso. Minha tia cuida bem dela, faz o que pode, mas eu me entristeci ao vê-la daquele jeito. O que ela deve pensar? Que pecado cometeu pra merecer essa dor tremenda? Qual a sua função na vida? Que vida é essa? Que Deus é esse? Perguntas que, como ela, eu não me atrevo a dar respostas. O tempo, a vida, o destino são dúvidas e incertezas que às vezes nem a morte ou a vida conseguem decifrar. Saí de lá arrasada. Chorei muito aqui em casa. Passei a noite toda sem conseguir pensar em outra coisa que não fosse ela, a minha avó. Ela quis tanto a morte e o destino lhe castigou com a vida. Por que eu já não procuro mais saber. Agora, ali, deitada, sem poder falar ou escutar, talvez ela tenha o tempo que nós precisamos pra pensar na vida e esperar a morte. TE AMO, VÓ. MUITO!
26 de abril de 2010
“Sou eu, minha vó, a Junia! Dá um sorriso pra mim!”.
Estive na casa da tia Madalena, irmã mais nova da mamãe, para fazer uma visita à vovó. Há tempos não via a minha velhinha e fiquei chocada com o que encontrei por lá. Dona Martinha era uma senhora de muitas palavras e muitas andanças, muito risonha, simpática e feliz. Era uma baixinha engraçada dessas de corpinho entroncado, perninhas curtas e um cabelão longo e grisalho de dar inveja. Via com felicidade o dia em que ela chegava de viagem, mamãe chamava e nós íamos recebê-la aos gritos e abraços. Éramos maior que ela e isso causava piada em casa. Chagava avexada, cheia de frutas e novidades da colônia onde morava. Trazia sacos de farinha na cabeça e se gabava que era mulher forte e cheia de vivacidade. Não havia nenhuma moça mais corajosa que ela ali na cidade, gabava-se. Eu gostava da minha vó, era à ela que eu recorria nas surras que levava da mamãe. As duas viviam em pé de guerra porque a nossa vozinha não concordava com o jeitão torto da Maria em educar a gente. Lembro que na minha revolta de adolescente, ela já morava em Santa Luzia e, sempre que eu tinha problemas em casa, corria para o seu colo naquela casinha miúda que só dava para ela e o vovô. Meu avô era um senhor limpo, engraçado e muito garanhão. Galanteador, potoqueiro e viajante, passava dias e dias fora de casa em suas andanças pelo mundo e esquecia a Martinha sozinha na sua solidão de esposa. Vovó era cheia de rancor no peito, reclamava da vida, queria morrer logo, repudiava a idade dos oitenta, dizia que velho depois dos cinquenta era só pra dar trabalho e despesas. Vovô era senhor de idade, mas se sentia um adolescente, dizia que viveria cento e cinquenta anos, que casaria dezenas de vezes depois que a vovó morresse. Mas a morte lhe pregou uma peça e ele, tão vivo, foi atropelado embaixo de uma passarela de pedestre aqui na Almirante Barroso. Sofri muito com a morte do meu velhinho Peter Pan. Fui ao seu enterro numa chuva tremenda e fiquei no cemitério conversando com ele como ele conversava com a televisão. Até hoje penso que a morte do meu avô tenha sido a maior dor que eu já senti até o dia em que vi a vida da minha avó. Chorei em vê o meu avô morto. Assim como chorei em vê a minha avó viva. É o que eu tenho dito sempre, não sei se morrer às vezes é o pior caminho. Vi a minha avozinha ali naquela cama sem qualquer sinal de racionalidade e pedi a Deus que a levasse embora. Sempre quis a Martinha viva, mas acho mesmo que a morte lhe seria o melhor presente. Cheguei à casa da titia e vi a minha amável velha deitada numa cama, atrofiada, aleijada, surda, muda, cega, vegetando. Meu ser humano mais lindo virou uma linda flor e é cheirosa, tem cheiro de talco barla, cheiro de avó, de mãezona, segunda mãe, um amor. Segurei firme as suas mãos intactas sem qualquer movimento, fechadas com os dedinhos encolhidos e falei ao seu ouvido: “Sou eu, minha vó, a Junia! Dá um sorriso pra mim!”. Nenhum sinal. Segurei forte nos seus ombros sustentando as suas costas com o peito: “Me dá um beijo, meu amor, fala comigo!”. Nenhum gesto. “Quem cortou os teus cabelos, minha linda? Poxa vida, eu os achava tão bonitos!”. Nada. “Nunca mais tive tempo pra dizer que te amo, minha querida. Não sou mais a tua neta preferida,né?! Estás com raiva e por isso não queres falar comigo!!”. Nem choro, nem abraço, nem gestos, nem uma palavra. Ela emudeceu e quase parte o meu coração em pedaços. Fiquei ali observando e pensando naquele tempo em que eu a vi andando, brigando e correndo atrás da gente. Era tão engraçado. Suas perninhas curtas e ligeiras tentando nos alcançar sem nenhum sucesso. Minha tia cuida bem dela, faz o que pode, mas eu me entristeci ao vê-la daquele jeito. O que ela deve pensar? Que pecado cometeu pra merecer essa dor tremenda? Qual a sua função na vida? Que vida é essa? Que Deus é esse? Perguntas que, como ela, eu não me atrevo a dar respostas. O tempo, a vida, o destino são dúvidas e incertezas que às vezes nem a morte ou a vida conseguem decifrar. Saí de lá arrasada. Chorei muito aqui em casa. Passei a noite toda sem conseguir pensar em outra coisa que não fosse ela, a minha avó. Ela quis tanto a morte e o destino lhe castigou com a vida. Por que eu já não procuro mais saber. Agora, ali, deitada, sem poder falar ou escutar, talvez ela tenha o tempo que nós precisamos pra pensar na vida e esperar a morte. TE AMO, VÓ. MUITO!
“Meu calhambeque BIBI!”
E como o assunto da vez é o CARRÃO do Edson Martins, eu gostaria muito de saber o modelo do possante que é pra ver se o povo tem razão em falar...
Ía ao 47 neste final de semana mas não deu e por isso não pude observar a cara do carro novo. ESTOU CURIOSA! Perguntei à mamãe, mas ela não soube dizer porque não conhece marca de carros.
É bom lembrar que por mais caro que possa parecer, a facilidade de se adquirir um veículo hoje em dia é muito evidente: IPI reduzido, juros na maior baixa da história, parcelas e financiamentos que são uma beleza. RESUMINDO, comprar um carro hoje não é uma virtude só dos que "roubam" não! Olha o bom senso na hora de acusar. Muita gente, inclusive pobre, está tendo mais acesso a esse tipo de bem.
ANTES DE FALAR é bom saber as condições...
Ía ao 47 neste final de semana mas não deu e por isso não pude observar a cara do carro novo. ESTOU CURIOSA! Perguntei à mamãe, mas ela não soube dizer porque não conhece marca de carros.
É bom lembrar que por mais caro que possa parecer, a facilidade de se adquirir um veículo hoje em dia é muito evidente: IPI reduzido, juros na maior baixa da história, parcelas e financiamentos que são uma beleza. RESUMINDO, comprar um carro hoje não é uma virtude só dos que "roubam" não! Olha o bom senso na hora de acusar. Muita gente, inclusive pobre, está tendo mais acesso a esse tipo de bem.
ANTES DE FALAR é bom saber as condições...
Os jornais estão de olho...OLHOS BEM ABERTOS, CUIDADO!
E na edição de hoje do Jornal O Liberal só deu Capitão Poço na cabeça quando o assunto foi violência. Uma página inteira de denúncias e descontentamento por parte da população. A manchete "Capitão Poço reclama da violência" , destaca:
"Em Capitão Poço, no nordeste do Estado, um assunto domina atualmente as rodas de bate-papo: a violência. Conhecido como produtor de laranjas, o município tem registrado índices preocupantes de roubos e, também, de assassinatos. Pelo menos é o que garantem seus moradores. Qualquer que seja o local onde se está, a violência é um tema recorrente. Ao saber da presença da equipe de reportagem, os moradores, como se fizessem um apelo às autoridades da área de segurança pública, começam a relatar a situação por que passa a cidade".
É bom ficarmos de olho vivo porque mais uns poucos quilômetros e a equipe chagará por aí por Santa Luzia e, antes que nós sejamos manchete principal, como no caso do enfermeiro médico, é bom conter o caos gerado pela violência.
Agora que o povo tem acesso à internet e o buraco que interditou a BR já foi tapado, os jornalistas podem estar bem pertinho...CUIDADO!
Matérias é o que não faltam, já diria o meu amigo Rei!
"Em Capitão Poço, no nordeste do Estado, um assunto domina atualmente as rodas de bate-papo: a violência. Conhecido como produtor de laranjas, o município tem registrado índices preocupantes de roubos e, também, de assassinatos. Pelo menos é o que garantem seus moradores. Qualquer que seja o local onde se está, a violência é um tema recorrente. Ao saber da presença da equipe de reportagem, os moradores, como se fizessem um apelo às autoridades da área de segurança pública, começam a relatar a situação por que passa a cidade".
É bom ficarmos de olho vivo porque mais uns poucos quilômetros e a equipe chagará por aí por Santa Luzia e, antes que nós sejamos manchete principal, como no caso do enfermeiro médico, é bom conter o caos gerado pela violência.
Agora que o povo tem acesso à internet e o buraco que interditou a BR já foi tapado, os jornalistas podem estar bem pertinho...CUIDADO!
Matérias é o que não faltam, já diria o meu amigo Rei!
25 de abril de 2010
O PASSADO É UMA PARADA! PRIVADA, meu nome é BANHEIRO!
E foi neste domingo que eu relembrei de duas tradições antigas da época em que eu morava lá em Santa Luzia. Vejam:

Olha o que eu encontrei no fundo do quintal: urtiga. (KKKKK) O povo do 47 dizia quando a gente era pequeno: “Vai limpar o ... com urtiga!”. A urtiga é um vegetal perigosíssimo, se encostarmos um pouquinho em sua folha, ela queima bastante. Como no interior as pessoas têm mania de fazer as necessidades no mato, vez ou outra davam de encontro com uma urtigueira e o resultado era sempre um dos piores. HORRÍVEL!

E pra quem não conhece, esse é o famoso sabugo de milho: O papel higiênico do 47 de antigamente. Acreditem vocês ou não, era com isso que a galera limpava o Cu-elhinho no banheiro!KKKK. Naquela época em que banheiro era chamado de casinha, ficava no fundo do quintal e tinha aquele buraquinho onde nós fazíamos malabarismo pra acertar em cheio. (KKKK)
Foi desse encontro com o sabugo de milho e com a urtiga que hoje, no PASSADO É UMA PARADA vamos bater um papo sobre A MERDA NOSSA DE CADA DIA:

Velhos tempos aqueles quando os sanitários eram um terror para nós, as criancinhas. O vaso ficava no quintal e quem morria de medo, corria para o quarto dos pais a procura de um bom e velho amigo, o PENICO.
Não há quem não conheça o vaso sanitário, feito para urinar e evacuar e indispensável em todos os lugares onde possuem banheiro, em escolas, restaurantes, comércios e tantos outros. Mas houve toda uma história até chegarmos aos aparelhos modernos de hoje em dia, que permitem uma limpeza rápida e colaboram quanto aos odores que incomodam.
No início dos nossos antepassados as pessoas usavam qualquer lugar para livrarem-se dos seus dejetos, desde moitas a um simples buraco cavado no chão. Na Grécia do século V a.C por exemplo, as residências não contavam com toaletes e os gregos preferiam era mesmo se aliviar ao ar livre. Na Roma no início da era cristã, os romanos não se preocupavam com a higiene íntima e como não havia outro recurso com o qual se limpassem, usavam o que estivesse ao alcance, como água, grama, areia ou a própria mão. (Hoje a gente quebra o galho com jornais e folha de caderno mesmo, mas é preciso amassar antes, viu, senão dói – KKKKKK)

Vamos combinar que, além de constrangedor, o banheiro antigo não ajudava o trabalho porque era muito exposto também.
Em várias partes do mundo antigo, se tornou comum naquela época os dejetos coletados durante o dia ou à noite eram simplesmente jogados pela janela. No século XIV o rei da França instituiu uma lei proibindo essa prática e por isso surgiram empresas que faziam o transporte dos dejetos que eram deixados na porta das casas em sacos ou vasilhas. Essas condições de higiene foram a causa das pestes arrasou a Europa na Idade Média. A peste bubônica ou peste negra é um exemplo, e matou mais ou menos 25 milhões de pessoas.
As instalações sanitárias, banheiro (português brasileiro) ou casa de banho (português europeu) - também conhecidas como quarto de banho, sanitários, privada, gabinete sanitário, toalete (ou toilette) ou WC é o compartimento utilizado para os cuidados de higiene pessoal. a fim de receber as fezes, urinas e eventuais outras secreções humanas, eliminando-os através da descarga. Em alguns países relata-se o hábito de jogar o papel higiênico pelo vaso sanitário. (Papel higiênico! Não tenta fazer isso com jornal ou apostila senão tu vais entupir o teu vaso, pobreza!!).
Os banheiros da atualidade são normalmente separados por tipologia de sexo, a razão primeira disto é a higiene; devido ao fato dos homens urinarem de pé e as mulheres sentadas; já que muitos homens, ao urinarem de pé, podem espalhar gotas de urina sobre a privada. ( Mas tem muito gay por aí exigindo o seu banheiro também. E rosa pink, meu bem!). Há hoje em dia também os banheiros descartáveis, que normalmente são aqueles que se encontram nos recintos dos festivais. ( PARÁFolia, lembra? Aqueles banheiros azuis onde é impossível a gente namorar ou se atracar por conta do cheiro, um horror!). Eles não estão ligadas a nenhuma tubulação sanitária e o tratamento dos dejetos (fezes e urina) são realizados por meios químicos.
Quem nasceu no interior que nem eu, deve lembrar da antiga casinha no fundo do quintal para onde íamos despejar as nossas necessidades. Estou falando da famosa cintinas, retretes ou privada. (KKKKK). Aquela cabine feita em madeira com um buraquinho que dava direto na fossa sanitária, uma escavação que víamos lá embaixo de nós já de cócoras e onde eram despejados e acumulados os dejetos, fezes e urina, e onde geralmente nós ouvíamos o barulhinho do coco cindo (PODRE!). Fiz uma foto, vejam:

Antes os banheiros eram chamados de a famosa cintina ou retrete ou privada – feitos em madeira, com brechas entre as tábuas e era uma fedentina que não acabava mais. Quando precisávamos recorrer a eles era preciso se agachar para satisfazer as nossas necessidades fisiológicas.
Os banheiros de hoje apresentam um ou mais chuveiros, vaso sanitário, aqueles de alto padrão costumam ter uma banheira, hidromassagem ( como é o caso do banheiro aqui de casa – kkkk) e outros itens e acessórios que permitem uma maior comodidade, como toalheiros, saboneteiras, espelhos, desodorizadores. Já outros itens antigos de higiene, como os bidês, não são mais empregados na maior parte das construções por constatação do risco à saúde que ele proporcionava. Agora, a moda é a ducha, aquela mangueirinha que muita gente usa para outros fins (KKKK). Lavabos e torneiras são outros característicos, pois permitem que os usuários possam limpar suas mãos após o uso do banheiro. Tem que lavar a mão viu, pobreza, pelo amor de Deus!
Aos que não sabem, uma ação da Fundação Nacional de Saúde em parceria com as Prefeituras está oferecendo a famílias da zona rural banheiros em alvenaria via Funasa que visa contribuir com a população carente que vive sob risco a saúde devido as condições das instalações usadas para as necessidades fisiológicas.
E você sabe por que o banheiro é conhecido com "w.c'??
Seria porque essa sigla em inglês significa Welcome Cocô, tia Joana? (KKKKK). PODRE!!!
W. C são as iniciais de Water Closet, algo como Cabine com água ("gabinete da água" em Inglês) , ou seja, um local que possua um vaso sanitário por onde a água leva os detritos por um cano até o esgoto. Essa é uma ABREVIATURA DE EXPRESSÃO IDIOMÁTICA, mais uma mania de brasileiro em copiar os norte-americanos. CAGADOR, APESAR DE UM TANTO GROSSEIRO, FICARIA BEM MELHOR DO QUE ESSA FRESCURITE. Ficaria mais brasileiro, você não acha?

Fiz essa imagem da Karen lá no Muruteua no aniversário do Nando. Ela ficou admirada quando viu como era o banheiro do lugar. Não queria entrar de jeito nenhum e eu fiz só pra encarnar com ela que vive por aqui na capital e não sabe nada sobre a nossa vida na infância.

Depois que criei o BLOG vivo com a câmera na mão para não perder nenhuma pose interessante. Foi assim que dei um flagra na turma que precisou ir ao banheiro no dia do festejo de aniversário do meu irmão Nando. Com a chuva a galera teve que improvisar um teto para a privadinha. MUITO ENGRAÇADO!
FIQUE POR DENTRO TAMBÉM:
O vaso está sendo vigiado pelas organizações ambientais porque ele mantém certa quantidade de água armazenada em seu interior, essa água fica retida em uma curva, e quando os dejetos caem nessa água, a descarga é ativada e assim, seguem para o esgoto, usando cerca de 6 a 8 litros. As ONG’s dizem que ele provoca desperdício de água.
A Fossa é um buraco no chão sem abertura para entrar água, que recebe os dejetos transformando-os em líquidos, assim fica mais fácil de eliminá-los e isso acontece através das bactérias anaeróbicas sem qualquer intervenção química ou mecânica. São fundamentais no combate às doenças é essencial para a melhoria das condições de higiene das populações rurais.
Mictório é o nome que se dá ao lugar próprio para o ato de urinar, que também recebe o nome de micção, por isso surgiu o nome mictório. Um mictório se diferencia de um banheiro por que os banheiros possuem os vasos sanitários, que podem se destinar a outros tipos de excreção e não somente o ato de urinar.
Penico é também conhecido como urinol ou biposte, consiste de um recipiente arredondado e fundo chato confeccionados de ferro, bronze, cerâmica, louça, ágata e, mais modernamente os de plástico. Geralmente é usada a noite e fica perto da cama do seu dono e usado também para ensinar crianças a irem ao banheiro.
Olha o que eu encontrei no fundo do quintal: urtiga. (KKKKK) O povo do 47 dizia quando a gente era pequeno: “Vai limpar o ... com urtiga!”. A urtiga é um vegetal perigosíssimo, se encostarmos um pouquinho em sua folha, ela queima bastante. Como no interior as pessoas têm mania de fazer as necessidades no mato, vez ou outra davam de encontro com uma urtigueira e o resultado era sempre um dos piores. HORRÍVEL!
E pra quem não conhece, esse é o famoso sabugo de milho: O papel higiênico do 47 de antigamente. Acreditem vocês ou não, era com isso que a galera limpava o Cu-elhinho no banheiro!KKKK. Naquela época em que banheiro era chamado de casinha, ficava no fundo do quintal e tinha aquele buraquinho onde nós fazíamos malabarismo pra acertar em cheio. (KKKK)
Foi desse encontro com o sabugo de milho e com a urtiga que hoje, no PASSADO É UMA PARADA vamos bater um papo sobre A MERDA NOSSA DE CADA DIA:
Velhos tempos aqueles quando os sanitários eram um terror para nós, as criancinhas. O vaso ficava no quintal e quem morria de medo, corria para o quarto dos pais a procura de um bom e velho amigo, o PENICO.
Não há quem não conheça o vaso sanitário, feito para urinar e evacuar e indispensável em todos os lugares onde possuem banheiro, em escolas, restaurantes, comércios e tantos outros. Mas houve toda uma história até chegarmos aos aparelhos modernos de hoje em dia, que permitem uma limpeza rápida e colaboram quanto aos odores que incomodam.
No início dos nossos antepassados as pessoas usavam qualquer lugar para livrarem-se dos seus dejetos, desde moitas a um simples buraco cavado no chão. Na Grécia do século V a.C por exemplo, as residências não contavam com toaletes e os gregos preferiam era mesmo se aliviar ao ar livre. Na Roma no início da era cristã, os romanos não se preocupavam com a higiene íntima e como não havia outro recurso com o qual se limpassem, usavam o que estivesse ao alcance, como água, grama, areia ou a própria mão. (Hoje a gente quebra o galho com jornais e folha de caderno mesmo, mas é preciso amassar antes, viu, senão dói – KKKKKK)
Vamos combinar que, além de constrangedor, o banheiro antigo não ajudava o trabalho porque era muito exposto também.
Em várias partes do mundo antigo, se tornou comum naquela época os dejetos coletados durante o dia ou à noite eram simplesmente jogados pela janela. No século XIV o rei da França instituiu uma lei proibindo essa prática e por isso surgiram empresas que faziam o transporte dos dejetos que eram deixados na porta das casas em sacos ou vasilhas. Essas condições de higiene foram a causa das pestes arrasou a Europa na Idade Média. A peste bubônica ou peste negra é um exemplo, e matou mais ou menos 25 milhões de pessoas.
As instalações sanitárias, banheiro (português brasileiro) ou casa de banho (português europeu) - também conhecidas como quarto de banho, sanitários, privada, gabinete sanitário, toalete (ou toilette) ou WC é o compartimento utilizado para os cuidados de higiene pessoal. a fim de receber as fezes, urinas e eventuais outras secreções humanas, eliminando-os através da descarga. Em alguns países relata-se o hábito de jogar o papel higiênico pelo vaso sanitário. (Papel higiênico! Não tenta fazer isso com jornal ou apostila senão tu vais entupir o teu vaso, pobreza!!).
Os banheiros da atualidade são normalmente separados por tipologia de sexo, a razão primeira disto é a higiene; devido ao fato dos homens urinarem de pé e as mulheres sentadas; já que muitos homens, ao urinarem de pé, podem espalhar gotas de urina sobre a privada. ( Mas tem muito gay por aí exigindo o seu banheiro também. E rosa pink, meu bem!). Há hoje em dia também os banheiros descartáveis, que normalmente são aqueles que se encontram nos recintos dos festivais. ( PARÁFolia, lembra? Aqueles banheiros azuis onde é impossível a gente namorar ou se atracar por conta do cheiro, um horror!). Eles não estão ligadas a nenhuma tubulação sanitária e o tratamento dos dejetos (fezes e urina) são realizados por meios químicos.
Quem nasceu no interior que nem eu, deve lembrar da antiga casinha no fundo do quintal para onde íamos despejar as nossas necessidades. Estou falando da famosa cintinas, retretes ou privada. (KKKKK). Aquela cabine feita em madeira com um buraquinho que dava direto na fossa sanitária, uma escavação que víamos lá embaixo de nós já de cócoras e onde eram despejados e acumulados os dejetos, fezes e urina, e onde geralmente nós ouvíamos o barulhinho do coco cindo (PODRE!). Fiz uma foto, vejam:
Antes os banheiros eram chamados de a famosa cintina ou retrete ou privada – feitos em madeira, com brechas entre as tábuas e era uma fedentina que não acabava mais. Quando precisávamos recorrer a eles era preciso se agachar para satisfazer as nossas necessidades fisiológicas.
Os banheiros de hoje apresentam um ou mais chuveiros, vaso sanitário, aqueles de alto padrão costumam ter uma banheira, hidromassagem ( como é o caso do banheiro aqui de casa – kkkk) e outros itens e acessórios que permitem uma maior comodidade, como toalheiros, saboneteiras, espelhos, desodorizadores. Já outros itens antigos de higiene, como os bidês, não são mais empregados na maior parte das construções por constatação do risco à saúde que ele proporcionava. Agora, a moda é a ducha, aquela mangueirinha que muita gente usa para outros fins (KKKK). Lavabos e torneiras são outros característicos, pois permitem que os usuários possam limpar suas mãos após o uso do banheiro. Tem que lavar a mão viu, pobreza, pelo amor de Deus!
Aos que não sabem, uma ação da Fundação Nacional de Saúde em parceria com as Prefeituras está oferecendo a famílias da zona rural banheiros em alvenaria via Funasa que visa contribuir com a população carente que vive sob risco a saúde devido as condições das instalações usadas para as necessidades fisiológicas.
E você sabe por que o banheiro é conhecido com "w.c'??
Seria porque essa sigla em inglês significa Welcome Cocô, tia Joana? (KKKKK). PODRE!!!
W. C são as iniciais de Water Closet, algo como Cabine com água ("gabinete da água" em Inglês) , ou seja, um local que possua um vaso sanitário por onde a água leva os detritos por um cano até o esgoto. Essa é uma ABREVIATURA DE EXPRESSÃO IDIOMÁTICA, mais uma mania de brasileiro em copiar os norte-americanos. CAGADOR, APESAR DE UM TANTO GROSSEIRO, FICARIA BEM MELHOR DO QUE ESSA FRESCURITE. Ficaria mais brasileiro, você não acha?
Fiz essa imagem da Karen lá no Muruteua no aniversário do Nando. Ela ficou admirada quando viu como era o banheiro do lugar. Não queria entrar de jeito nenhum e eu fiz só pra encarnar com ela que vive por aqui na capital e não sabe nada sobre a nossa vida na infância.
Depois que criei o BLOG vivo com a câmera na mão para não perder nenhuma pose interessante. Foi assim que dei um flagra na turma que precisou ir ao banheiro no dia do festejo de aniversário do meu irmão Nando. Com a chuva a galera teve que improvisar um teto para a privadinha. MUITO ENGRAÇADO!
FIQUE POR DENTRO TAMBÉM:
O vaso está sendo vigiado pelas organizações ambientais porque ele mantém certa quantidade de água armazenada em seu interior, essa água fica retida em uma curva, e quando os dejetos caem nessa água, a descarga é ativada e assim, seguem para o esgoto, usando cerca de 6 a 8 litros. As ONG’s dizem que ele provoca desperdício de água.
A Fossa é um buraco no chão sem abertura para entrar água, que recebe os dejetos transformando-os em líquidos, assim fica mais fácil de eliminá-los e isso acontece através das bactérias anaeróbicas sem qualquer intervenção química ou mecânica. São fundamentais no combate às doenças é essencial para a melhoria das condições de higiene das populações rurais.
Mictório é o nome que se dá ao lugar próprio para o ato de urinar, que também recebe o nome de micção, por isso surgiu o nome mictório. Um mictório se diferencia de um banheiro por que os banheiros possuem os vasos sanitários, que podem se destinar a outros tipos de excreção e não somente o ato de urinar.
Penico é também conhecido como urinol ou biposte, consiste de um recipiente arredondado e fundo chato confeccionados de ferro, bronze, cerâmica, louça, ágata e, mais modernamente os de plástico. Geralmente é usada a noite e fica perto da cama do seu dono e usado também para ensinar crianças a irem ao banheiro.
DOMINGO: ALMOÇO FEITO PELA MAMÃE, ÔBA!!!
Fomos à Praça hoje pela manhã como é de costuma mas a República estava intrafegável. Apesar de muito grande o espaço de lazer, a quantidade de pessoas neste domingo tornou o passeio matinal um sufoco. Tomamos café por lá mas não ficamos muito tempo por conta da superlotação. INSUPORTÁVEL!

Praça lotada: a velha samaumeira que dá sombra ao povo na praça sendo disputada pelos expectadores do festival.
A quantidade de pessoas na praça hoje foi explicada por dois eventos promovidos naquele espaço: Uma programação musical da TIM e um desfile dos DESBRAVADORES da igreja Universal do Reino de Deus. UM SUFOCO SÓ:

Desfile dos escoteiros da Igreja Universal. MUITO BONITO!

Festival de música popular: orquestra de Icoaraci em sua apresentação.

Eu no café da tia, meu lugar tradicional

Karen com seu patins decepcionada quando viu a praça lotada e ficou sabendo que não podia brincar com seu par de tênis com rodas.
E como a praça não estava boa para o passeio depois do café saimos de lá e fomos ver a Maria. Não é sempre que a mamãe está por aqui e nós fomos vê-la para aproveitar um pouquinho mais de sua presença. Ela está por aqui pela capital e toda a filharada foi atrás do seu tempero. Foi chegando um e outro, quando vimos a casa já estava cheia. Ótima ideia porque tivemos um almoço feito por ela neste domingo.
UMA DELÍCIA!

Almoço com gosto de família feliz. TUDO DE BOM PONTO COM PONTO BR!

Mamãe no trato com o milho para a canjica do café da tarde.

Help ajudando a mamãe no preparo da canjica de milho verde. MUITO GOSTOSO!

E olha a Maria fazendo aquela omelete gostosa com camarão salgado e seco. GOSTOSO!

E olha aí a galera arranjando um tempinho pra dá uma olhadinha nas novidades da internet e do blog, é claro!

E olha aí a May fazendo a prova da comida da sogrona. Mamãe gosta da May, trata a mocinha muito bem. Graças a Deus!
Praça lotada: a velha samaumeira que dá sombra ao povo na praça sendo disputada pelos expectadores do festival.
A quantidade de pessoas na praça hoje foi explicada por dois eventos promovidos naquele espaço: Uma programação musical da TIM e um desfile dos DESBRAVADORES da igreja Universal do Reino de Deus. UM SUFOCO SÓ:
Desfile dos escoteiros da Igreja Universal. MUITO BONITO!
Festival de música popular: orquestra de Icoaraci em sua apresentação.
Eu no café da tia, meu lugar tradicional
Karen com seu patins decepcionada quando viu a praça lotada e ficou sabendo que não podia brincar com seu par de tênis com rodas.
E como a praça não estava boa para o passeio depois do café saimos de lá e fomos ver a Maria. Não é sempre que a mamãe está por aqui e nós fomos vê-la para aproveitar um pouquinho mais de sua presença. Ela está por aqui pela capital e toda a filharada foi atrás do seu tempero. Foi chegando um e outro, quando vimos a casa já estava cheia. Ótima ideia porque tivemos um almoço feito por ela neste domingo.
UMA DELÍCIA!
Almoço com gosto de família feliz. TUDO DE BOM PONTO COM PONTO BR!
Mamãe no trato com o milho para a canjica do café da tarde.
Help ajudando a mamãe no preparo da canjica de milho verde. MUITO GOSTOSO!
E olha a Maria fazendo aquela omelete gostosa com camarão salgado e seco. GOSTOSO!
E olha aí a galera arranjando um tempinho pra dá uma olhadinha nas novidades da internet e do blog, é claro!
E olha aí a May fazendo a prova da comida da sogrona. Mamãe gosta da May, trata a mocinha muito bem. Graças a Deus!
24 de abril de 2010
O PASSADO É UMA PARADA!
E lá na casa da Eulália, enquanto folheava um álbum de fotografia, encontrei uma foto pra lá de inusitada. Uma imagem feita há 15 anos quando eu vim morar aqui na capital. Nela, estamos eu, o Roberto e a Jamylle. (KKKKK)

Rimos muito da imagem e nós mesmos nos encarnamos com as comparações impossíveis de não serem percebidas. Resolvemos então, já que estávamos todos juntos, refazermos aquela imagem nos dias de hoje pra saber se realmente mudamos muito. Vejam:

Caramba meu! Eu fui imitar a pose e quase não conseguia levantar a perna até o assento do sofá – foi uma luta. O Roberto está tão diferente que nem topou tirar a camisa pra não gerar encarnações. E a Jamylle? MEU DEUS! Como mudamos...Agora, se ficamos melhor, aí, deixo por conta de vocês, o que acham?
Rimos muito da imagem e nós mesmos nos encarnamos com as comparações impossíveis de não serem percebidas. Resolvemos então, já que estávamos todos juntos, refazermos aquela imagem nos dias de hoje pra saber se realmente mudamos muito. Vejam:
Caramba meu! Eu fui imitar a pose e quase não conseguia levantar a perna até o assento do sofá – foi uma luta. O Roberto está tão diferente que nem topou tirar a camisa pra não gerar encarnações. E a Jamylle? MEU DEUS! Como mudamos...Agora, se ficamos melhor, aí, deixo por conta de vocês, o que acham?
CELSON NUNES, o nosso JESUS LUZ
E para a minha amiga Jailsa que insiste em saber do nosso amigo Celson, essa postagem vai trazer um pouco de paz ao nosso coração que anda cheio de saudade.

Na imagem, o Celson e outros amigos na procissão de Corpus Crist servindo de coroinha no trabalho para a igreja quando o pároco da cidade era o famoso italiano Rafael.
O Celson esteve há alguns meses atrás no 47 mas ficou pouco tempo por conta do trabalho. Faz tempo que eu não o vejo, mas sempre conversamos pelo Orkut quando ele ainda estava em São Paulo.Me disse que estava bem, fez viagens para o exterior, conheceu Milão, desfilou por lá e ficou durante um tempo até voltar para o Brasil onde pretendia terminar a faculdade de design.
O Celson sempre foi um menino muito vaidoso e cheio de vontades. Fez de tudo o que pode pra vencer na vida em Belém, mas não conseguiu muitas vitorias. Trabalhou no shopping Iguatemi durante muito tempo porém não estava satisfeito com os resultados. Fez academia e melhorou a performance estética corporal e seguiu para a capital paulista onde viveu até um tempo desse mas, soubemos que ele cansou de lá também e vendeu tudo o que tinha para aventurar nos Estados Unidos onde está hoje, segundo alguns amigos. Foi o seu irmão o padre Ronaldo que um dia me disse que ele estava para Nova York arriscando fortuna por lá. Sei que ele está bem - bem mesmo - e que não pretende voltar para Santa Luzia e nem para o Pará. Sonha alto esse menino, vamos ver até onde vai!

Aqui, o nosso amigo em um de seus desfiles pela M'Officer , griffe de moda para a qual ele fazia desfile no Brasil e no exterior. LINDO!

Na imagem, o Celson e outros amigos na procissão de Corpus Crist servindo de coroinha no trabalho para a igreja quando o pároco da cidade era o famoso italiano Rafael.
O Celson esteve há alguns meses atrás no 47 mas ficou pouco tempo por conta do trabalho. Faz tempo que eu não o vejo, mas sempre conversamos pelo Orkut quando ele ainda estava em São Paulo.Me disse que estava bem, fez viagens para o exterior, conheceu Milão, desfilou por lá e ficou durante um tempo até voltar para o Brasil onde pretendia terminar a faculdade de design.
O Celson sempre foi um menino muito vaidoso e cheio de vontades. Fez de tudo o que pode pra vencer na vida em Belém, mas não conseguiu muitas vitorias. Trabalhou no shopping Iguatemi durante muito tempo porém não estava satisfeito com os resultados. Fez academia e melhorou a performance estética corporal e seguiu para a capital paulista onde viveu até um tempo desse mas, soubemos que ele cansou de lá também e vendeu tudo o que tinha para aventurar nos Estados Unidos onde está hoje, segundo alguns amigos. Foi o seu irmão o padre Ronaldo que um dia me disse que ele estava para Nova York arriscando fortuna por lá. Sei que ele está bem - bem mesmo - e que não pretende voltar para Santa Luzia e nem para o Pará. Sonha alto esse menino, vamos ver até onde vai!

Aqui, o nosso amigo em um de seus desfiles pela M'Officer , griffe de moda para a qual ele fazia desfile no Brasil e no exterior. LINDO!
O PASSADO É UMA PARADA!
E por falar em PASSADO, a Thaisa me mandou uma foto do tempo das cavernas.

Nela, a minha amiga faz uma pose super sensual nas pedras do rio lá no Japim com seu vestido estampado e sua sandália SAMOA (KKKKK). Sandália Samoa era coisa de rico, meu bem. Só os poderosos usavam. Pra barrá-las, só mesmos as sandálias HIDER (KKKKK).

LEMBRAM? Quem não teve uma haider não foi feliz. ERA MODA das mais usadas e caras. (KKK). BOA LEMBRANÇA!

Eu nem ia falar no assunto, mas a Thaisa provocou e eu não me contive, vou ter que postar a foto dela num momento família junto dos irmãos. Uma imagem dessas que a gente não guarda, a gente esconde (KKKKK). Beijos , Tatá. Saudades!

Nela, a minha amiga faz uma pose super sensual nas pedras do rio lá no Japim com seu vestido estampado e sua sandália SAMOA (KKKKK). Sandália Samoa era coisa de rico, meu bem. Só os poderosos usavam. Pra barrá-las, só mesmos as sandálias HIDER (KKKKK).

LEMBRAM? Quem não teve uma haider não foi feliz. ERA MODA das mais usadas e caras. (KKK). BOA LEMBRANÇA!

Eu nem ia falar no assunto, mas a Thaisa provocou e eu não me contive, vou ter que postar a foto dela num momento família junto dos irmãos. Uma imagem dessas que a gente não guarda, a gente esconde (KKKKK). Beijos , Tatá. Saudades!
O PASSADO É UMA PARADA! AS FESTAS AMERICANAS
E eu estava postando as fotos do aniversário da mamãe quando me deparei com essa imagem que fiz da May na chegada à casa da Eulália. Na foto a Mayara fez pose carregando sua contribuição para o almoço. Ela foi a escolhida como responsável pela sobremesa e fez uns doces que ficaram UMA DELÍCIA! Sou uma pessoa muito observadora e na hora que olhei para a foto pensei logo: ESSA VAI PARA UMA PÁGINA ESPECIAL – “O PASSADO É UMA PARADA!”. Não que a foto seja antiga pois foi feita hoje, mas ela me lembrou os velhos tempos de festas e aniversários no 47: AS FAMOSAS E INESQUECÍVEIS FESTAS AMERICANAS! Tradicionais, inenarráveis, insubstituíveis eram aquelas festas que organizávamos para os amigos mais íntimos. “CADA UM LEVA UM PRATO!” (KKKKKK). Pobre é mesmo uma desgraça! Lembro do aniversário da Fia, a filha do seu Bebé, uma festa de arromba regada a comidas trazidas pelos convidados. É impossível esquecer aquela cena: a galera chegando com a bandeja de brigadeiro coberta com um guardanapo “A SEMANINHA!” (KKKKKK).” Guarda a bandeja senão a mamãe me mata se chegar em casa sem ela!” (KKKKKK). UMA PIADA!Lembro das vezes em que fui a alguma festa desse tipo e só tinha um tipo de comida porque todo mundo sempre queria dá o prato mais barato. ERA PODRE! Pior que ganhar sabonete em amigo invisível! (KKKKK). Lembram dessa? SABONETE ENROLADO NO PAPEL DE PRESENTE? “O meu amigo invisível é...” (KKKKKK). Pior que brincar cai no poço com os irmãos mais velhos, porque a gente só pedia aperto de mão! (KKKKKKK). PODRE!!!! O PASSADO É UMA PARADA!

As festas americanas eram mais que parte dos nossos costumes. Elas eram feitas em todas as ocasiões possíveis: aniversário, despedida de ano na escola, final de catecismo, dia dos professores (KKKKKK – a gente escrevia no quadro a giz “FELIZ DIA DO PROFESSOR”!!!). Quem nunca fez isso não foi feliz! Fechávamos a sala, enfeitávamos as paredes com balões coloridos e arrumávamos a mesa com as comidas trazidas por nós, bolo era o que não faltava, monteiro-lopes fazia lama (KKKK). As professoras chegavam e já sabiam mas fingiam que não. ERA MUITO BACANA AS FESTAS AMERICANAS!!! Bom lembrar!
ANIVERSÁRIO DA MARIA...
MARIA: 64 anos de muito amor e dedicação aos filhos. NOSSO ORGULHO!
É big, é big, é big big big!!!!
Chegou a hora de apagar a velinha, vamos cantar aquela musiquinha...
Parabéns pra você, parabéns pra você, pelo seu aniversário!!!
Família reunida: COISA LINDA DE SE VER. NÓS NOS AMAMOS MUITO!
Robertão cuidando da louça – isso sim é um homem perfeito. DE AVENTAL E TUDO! (KKKK)
Minha irmã Jesus chegando e abalando: depois que mudou o visual anda causando inveja na mulherada da família. DESPEITADA!
Athos e o beijo mais gostoso que já ganhei. Ele é meu sobrinho e afilhado, sou absolutamente louca por esse moleque!
Jamylle e Karen num sorriso de matar. LINDAS!
Nara e sua mãe, a minha irmã Luzia que veio de Santa Luzia para o almoço da Maria. AMO MUITO! Minha irmã lindona! Um amor de pessoa!
Meu irmão Junior atacando a mesa numa fome de leão. LINDO DA MANA!
Olha a Jamylle bem arrumadinha. Né que ela fica bonitinha? Ficou chique, Jam, nessa pose!
Minha sobrinha Nara e o seu maridão, o Clayton. TUDO DE BOM PONTO COM! Há tempos que eu não viu o Clayton, estava com saudade. BEIJOS!
Karen e eu prontas para irmos ao aniversário da mamãe. PARABÉNS, PRA VOCÊ!
NOSSA MOLECADA NA MAIOR DIVERSÃO
Festança na casa dos Vieiras e a molecada corre solta. Temos 21 sobrinhos e sempre que eles estão juntos o bicho pega: CHORO, GRITOS, MORDIDAS, EMPURRÕES, UNHADAS, CHUTES, PUXÕES DE CABELO, BELISCÕES e muita, MUITA BAGUNÇA! Tenho só a Karen de criança e por isso sou meio louca pelos meus sobrinhos. Não sou muito de ficar paparicando porque o meu forte é reinar, morder, apertar, mas acho eles UMAS DELÍCIAS! FOFUCHOS PRA LÁ DA CONTA!

Athos e Matheus num papo maravilhoso de homem pra homem
Claro que no aniversário da vovó não compareceram todos porque uns nem moram por aqui, mas vou mostrar a vocês os pimpolhos mais lindos da titia:
MATHEUS em seu estilo “Sou filhinho de papai sim e daí?!”
O Matheus é o pimpolho mais novo e é aquele que está no centro das atenções. Tudo o que esse molequinho faz é motivo de risada e a turma se diverte com suas performances pra lá de interessantes.


ATHOS em seu look fashion tipo “Emo - rock and roll”:
É a figuraça da família. Era a mascote mas com a chegada do Matheus ficou no canto. Ele é fofo e muito lindo além de engraçado e chiquetérrimo. UM MOLEQUINHO DA PESADA!


ADAM em seu estilo “Mauricinho não estou a fim de papo”:
O garotinho mais calado da turma. É pouco sociável e adora brincar sozinho porque quando se mete com a turminha vive apanhando. Tem trauma do Athos e é bem quietinho, quase não é percebido porque é um menininho bem educado! UM amor DE CRIANÇA!

Athos e Matheus num papo maravilhoso de homem pra homem
Claro que no aniversário da vovó não compareceram todos porque uns nem moram por aqui, mas vou mostrar a vocês os pimpolhos mais lindos da titia:
MATHEUS em seu estilo “Sou filhinho de papai sim e daí?!”
O Matheus é o pimpolho mais novo e é aquele que está no centro das atenções. Tudo o que esse molequinho faz é motivo de risada e a turma se diverte com suas performances pra lá de interessantes.
ATHOS em seu look fashion tipo “Emo - rock and roll”:
É a figuraça da família. Era a mascote mas com a chegada do Matheus ficou no canto. Ele é fofo e muito lindo além de engraçado e chiquetérrimo. UM MOLEQUINHO DA PESADA!
ADAM em seu estilo “Mauricinho não estou a fim de papo”:
O garotinho mais calado da turma. É pouco sociável e adora brincar sozinho porque quando se mete com a turminha vive apanhando. Tem trauma do Athos e é bem quietinho, quase não é percebido porque é um menininho bem educado! UM amor DE CRIANÇA!
DANÇAS LUZIENSES: SALUDOPÁ E LUZIENSE!
Festança Junina chegando e o povo todo está se preparando para o arrastapé. Recebi um recado, via Letícia, mas em nome da minha amiga Simone Costa, que me pede para relembrar as danças típicas da cidade que foram sucesso total na época em que estudávamos e ainda vivíamos por lá: SALUDOPÁ e LUZIENSE. Já escrevi sobre as danças antes, mas vou REPUBLICAR PARA SATISFAZER AO SEU DESEJO, SIMONE. Grande beijo, amiga!


Aos que não viveram a época das grandes quadras juninas da escola Florentina ou não lembram das danças Luziense e Saludopá, abaixo estão transcritas as letras das duas danças que marcaram aquela época:
DANÇA LUZIENSE – Luzia Chaves, Rodolfo e Joana Vieira
Tens beleza, tens encanto
Sou filho da terra e por ti eu canto...
Nasceste entres matas e florestas
Surgistes no horizonte entre festas
Contigo a esperança de um povo
Que sonha e busca um mundo novo
Teu orgulho é tua gente
Tens carisma, és coerente
Tua beleza me fascina
Tua riqueza é nossa sina
Mas tem que ter luta para vencer
Tendo coragem pra te erguer
Não adianta só comentar
Pois é preciso a tua labuta melhorar
E vem pra cá
E vem dançar
E vem viver, Santa Luzia
E vem pra cá
E vem dança
E vem viver nossa alegria
ÔÔÔÔÔ
Vamos canta dançar e viver com o nosso povo
ÔÔÔÔÔ
Nossa cultura e reviver tudo de novo
Somos teus filhos, podes crer
Vamos te amar, olé olá
Pois tudo é festa em teu lugar
Santa Luzia do Pará
SALUDOPÁ – Jurandi dos teclados, Naldo Blandt e Simone Costa
Mostro pra Santa Luzia
A dança SALUDOPÁ
E todos que apresentam a cultura do lugar
Bote logo a sua roupa
E vem pro balancê
De braços abertos pra lhe receber
Como eu amo você Santa Luzia
Bate mais forte o coração de todos que pisam neste chão
Sorriso alegre de felicidade
Admirar a beleza que tem nossa cidade
Dança menina faceira
Pula pra lá e pra cá Santa Luzia
Hoje se apresenta a dança do SALUDOPÁ
Ah, ah
Dança menina faceira
Pula pra lá e pra cá Santa Luzia
Hoje se apresenta a dança do SALUDOPÁ
Os versos das canções tanto da Dança Luziense como os da dança saludopá fazem referência às manifestações do local, e que buscam homenagear o orgulho que o povo sente de viver no município. Assim, cada verso traz à tona e de maneira poética as belezas da cidade e a esperança explícita de um grupo de jovens que, a partir da expressão cultural, sonham com uma cidade melhor.
SOBRE A DANÇA LUZIENSE, UM BREVE HISTÓRICO:

No dia em que a nossa turma, lá da escola Florentina, criou a Dança Luziense, foi a professora Olímpia da Luz que nos deu a ideia de homenagear, com a roupa da dança, as cores do município – a nossa bandeira. Nós acatamos e fizemos um modelo a fim de destacar todas as cores presentes neste símbolo nas estampas e folhos da roupa. A professora Olímpia era quem aplicava a nota das apresentações na sua disciplina (Educação Física) - que valia 10 e, além disso, ela sempre era selecionada para o júri que decidia a premiação e, por isso, respeitávamos a sua opinião e devemos isso a ela. Se bem que devemos tanta coisa a essa mulher. Sua morte tão precoce deixou a gente de coração tão apertado. Mas isso é uma outra história, pois teremos um textinho inteirinho só pra ela, afinal, ela merece.


Aos que não viveram a época das grandes quadras juninas da escola Florentina ou não lembram das danças Luziense e Saludopá, abaixo estão transcritas as letras das duas danças que marcaram aquela época:
DANÇA LUZIENSE – Luzia Chaves, Rodolfo e Joana Vieira
Tens beleza, tens encanto
Sou filho da terra e por ti eu canto...
Nasceste entres matas e florestas
Surgistes no horizonte entre festas
Contigo a esperança de um povo
Que sonha e busca um mundo novo
Teu orgulho é tua gente
Tens carisma, és coerente
Tua beleza me fascina
Tua riqueza é nossa sina
Mas tem que ter luta para vencer
Tendo coragem pra te erguer
Não adianta só comentar
Pois é preciso a tua labuta melhorar
E vem pra cá
E vem dançar
E vem viver, Santa Luzia
E vem pra cá
E vem dança
E vem viver nossa alegria
ÔÔÔÔÔ
Vamos canta dançar e viver com o nosso povo
ÔÔÔÔÔ
Nossa cultura e reviver tudo de novo
Somos teus filhos, podes crer
Vamos te amar, olé olá
Pois tudo é festa em teu lugar
Santa Luzia do Pará
SALUDOPÁ – Jurandi dos teclados, Naldo Blandt e Simone Costa
Mostro pra Santa Luzia
A dança SALUDOPÁ
E todos que apresentam a cultura do lugar
Bote logo a sua roupa
E vem pro balancê
De braços abertos pra lhe receber
Como eu amo você Santa Luzia
Bate mais forte o coração de todos que pisam neste chão
Sorriso alegre de felicidade
Admirar a beleza que tem nossa cidade
Dança menina faceira
Pula pra lá e pra cá Santa Luzia
Hoje se apresenta a dança do SALUDOPÁ
Ah, ah
Dança menina faceira
Pula pra lá e pra cá Santa Luzia
Hoje se apresenta a dança do SALUDOPÁ
Os versos das canções tanto da Dança Luziense como os da dança saludopá fazem referência às manifestações do local, e que buscam homenagear o orgulho que o povo sente de viver no município. Assim, cada verso traz à tona e de maneira poética as belezas da cidade e a esperança explícita de um grupo de jovens que, a partir da expressão cultural, sonham com uma cidade melhor.
SOBRE A DANÇA LUZIENSE, UM BREVE HISTÓRICO:

No dia em que a nossa turma, lá da escola Florentina, criou a Dança Luziense, foi a professora Olímpia da Luz que nos deu a ideia de homenagear, com a roupa da dança, as cores do município – a nossa bandeira. Nós acatamos e fizemos um modelo a fim de destacar todas as cores presentes neste símbolo nas estampas e folhos da roupa. A professora Olímpia era quem aplicava a nota das apresentações na sua disciplina (Educação Física) - que valia 10 e, além disso, ela sempre era selecionada para o júri que decidia a premiação e, por isso, respeitávamos a sua opinião e devemos isso a ela. Se bem que devemos tanta coisa a essa mulher. Sua morte tão precoce deixou a gente de coração tão apertado. Mas isso é uma outra história, pois teremos um textinho inteirinho só pra ela, afinal, ela merece.
Assinar:
Postagens (Atom)