23 de abril de 2010

"De gol em gol com direito a replay"


E como o assunto do momento é a COPA DO MUNDO estou passando para postar as imagens do futebol luziense. Bons tempos aqueles dos campeonatos intermunicipais. Bons tempos aquelas peladas no campo quando ele ainda era na frente da feira. Que falta faz os jogos do PINGO e do BOTAFOGO luzienses. Times que arrasavam os nossos corações, seja no campo ou na quadra. O futebol no 47 sempre foi um atrativo para as tardes ociosas de domingo e sempre contou com a presença de pessoas e jogadores que se divertiam e faziam a diversão de todos os que estavam por ali na beirada da arena ou na arquibancada da quadra de piso batido.



SAUDADES, GALERA! Aos nossos eternos jogadores do futebol e da pelada em Santa Luzia, aquele abraço!


Em ano de COPA DO MUNDO é nós na fita, mano!

E como eu acabei de postar uma foto do time do Botafogo esporte clube luziense e creio que todas as pessoas que moram por aí devem ter observado nos esportistas e tenham relembrados do corpo atlético de todos eles. Os meninos naquela época eram sarados e tinham um físico que, meu bem! Era de tirar o fôlego, mas o tempo foi passando e...


O Edson Farias até que não mudou nada não, nem ele nem o Junior fotógrafo, mas o Mineirinho e os outros...hum!

Bom olhar essa imagem também e relembrar o Augusto, meu primo que trabalhava na prefeitura e que hoje já não está por aqui junto de nós.Saudades, amigo!

22 de abril de 2010

PIMENTA NO DOS OUTROS É REFRESCO, já dizia a minha mãe!


Recebi um recadinho de um visitante que se identifica como O OBSERVADOR, apesar de não ter OBSERVADO e ter deixado escapar o seu e-mail e o seu nome - quem quiser dá uma OBSERVADINHA é só clicar em cima de “meu e-mail” que o visitante dá às caras com o nome postado pelo endereço de rede. Li seu nome mas prefiro mantê-lo no anonimato porque é assim, creio eu, que o senhor se sinta melhor.

Vejamos portanto o seu recado postado no mural:

professora Joana quem será o proximo homenageado do seu blog o fernandinho beira mar? por que vc já homenageou o deputado que nunca trabalhou masi enricou roubando o povo de santa Luzia juntamente com seu irmão que nunca trabalhou mais é um dos mais ricos da cidade. Homenageou o Neguinho Coco que sempre viveu de assaltar e fazer outras coisas piores e agora homenageou o nato costa que roubou a prefeitura para enricar os agiotas.

Não vou chamá-lo de leitor porque, como o próprio quis enfocar, é um OBSRVADOR. Um OBSERVADOR meio desatento, pois não OBSERVOU alguns probleminhas na forma com a qual escreveu a sua mensagem: tão culto e tão coloquial ao mesmo tempo (substantivos próprios iniciados em minúsculas, o que não é correto; minúsculas depois de ponto, o que não é permitido; início de texto também em minúscula; vocábulos sem acentuação - ou o novo acordo ortográfico excluiu o agudo de próximo? Vou pesquisar! - ; mas com “i” em sentido opositivo, duas vezes - ai caramba, pensei que fosse descuido!; vírgulas fora do lugar). Então, da próxima vez, seja mais OBSERVADOR,é feio criticar os outros sem ter autoridade para fazer isso. Cometo um montão de desvios também, inclusive num de meus livros eu cometi uns erros imperdoáveis, assim como os seus,foi horrível, mas tudo bem, afinal TODO MUNDO ERRA, né? Pois é, o Nato errou, o Neguinho Coco, errou, o Adamor errou e o senhor também, veja só como é a vida, vive pregando peça na gente!!! Estou corrigindo o senhor, mesmo com tantos erros que eu cometi na vida, no português, nas opções. Porém, saiba que eu não faria isso com o senhor em uma ocasião diferente, mas (sem o i, viu) devido ao teor irônico de seu recado, eu não pude deixar de OBSERVAR que me chamaste de professora, então, é meu dever fazer esta OBSERVAÇÃO sobre os seus desvios ortográficos, os chamados erros de português.

Mas (sem o i de novo, percebeu?) falando sobre o conteúdo que, inclusive, compreendi perfeitamente, gostaria de informá-lo que o senhor não OBSERVOU que eu também já homenageie o seu Louro, o prefeito da cidade; o Edson Martins;o Edno Alves, o Edinaldo Lucena; a vereadora Lúcia Machado; a Dona Adalzisa; a dona Laudina; o meu pai, o seu Feliciano e outros que o senhor não deve ter lido por aqui pela internet por conta de não ser um LEITOR e sim UM OBSERVADOR. Deixou também e, infelizmente, de OBSERVAR que este blog não é meu, é de Santa Luzia, o meu blog pessoal é joanavieirapontocom.blogspot.com, dê uma passadinha lá que saberá um pouco sobre mim, o meu trabalho e a minha vida. Lá não há Nato, não há Adamor, não há Neguinho, há Joana Vieira – BLOG PESSOAL. Por isso as homenagens aqui, porque esta página sim foi feita para retratar a minha visão em relação aos fatos, pessoas e acontecimentos de Santa Luzia.

Saiba o senhor que a história de um lugar não é feita somente de mocinhos não , é também protagonizada por vilões. Talvez seja por ser o senhor um OBSERVADOR e não um leitor, que não tenha percebido que o maior capítulo da história do Brasil e do mundo é narrado pelas grandes figuras míticas, lendárias e desertoras que marcaram a história, seja ela de glória ou de insucessos. Lampião, o cangaceiro, era um anti-herói, Capitão Lamarca também, Macunaíma, o nosso herói atrapalhado da literatura, o interventor Barata, aqui no norte, Pedro Teixeira, Padre Antônio Vieira, OBSERVOU?! Fernando Collor foi cassado e nem por isso o Brasil apagou esse político da nossa história, pelo contrário, com o seu impeachment, ele eternizou de vez sua assinatura nos livros didáticos e biografias que narram a política do Brasil. Por ele os Caras Pintadas, por ele, escancarou-se a corrupção, por ele a glória de Tancredo, o nosso herói morto. E o período da Ditadura, o senhor esqueceu ou nunca leu sobre o assunto? Os nossos vilões inesquecíveis: Médice e o AI5, Castelo Branco, o braço forte da repressão, o exílio de Caetano e Gil, os nossos mocinhos da cultura e da música. O que seria da abertura política e do voto direto sem os nossos vilões? Pena que o senhor não leia porque só OBSERVA, senão saberia a importância de Hitler para o Holocausto, a representação simbólica de Mussolini para o Fascismo, o poder de Napoleão para o Imperialismo, Mao Tsé-Tung na China, Pedro Álvares Cabral e a Colonização para a dizimação dos índios, os europeus e o Tráfico Negreiro...A história, senhor OBSERVADOR, é protagonizada pelo herói, mas sem o vilão o que seria dele? Não fosse assim, Hiroshima e Nagasaki não teriam sido arrasadas pela bomba atômica, os Estados Unidos não teriam embargado Cuba, a África não seria tão pobre e miserável, o Irã não seria uma potência bélica e a União Soviética não teria derrocado. A história de um povo é contada de dois lados, para tudo existe duas visões, isso é o que chamamos paradigmas. Não fosse assim, por que o Brasil fez questão de tornar o caso Suzane Richthofen tão evidente? Por que não apagamos de nossa mente o casal Nardoni? Guilherme de Pádua? O namorado assassino de Heloá? O Maníaco do Parque? O Pedófilo de Luziânia? O FERNANDINHO BEIRA MAR? Nunca OBSERVOU ISSO? Não que eu admita que as pessoas para as quais eu escrevi neste blog são os vilões da nossa história, porque eu sei que tudo depende do ponto de vista e ao assassino também é dada a chance, no tribunal, de expor a sua versão sobre o crime. E sem contar que existem vários tipos de assassino, o conceito depende muito do ponto de vista, veja só o senhor, por exemplo, acabou de assassinar a gramática na sua postagem. (KKK).

Não se chateie, tudo isso é só para mostrar ao senhor que crucificar o outro é muito fácil, mas quando somos nós que estamos na cruz, o prego fere a carne como um parafuso. “Perdoai setenta vezes sete”, disse Cristo. Então me perdoe por este texto, mas foi o senhor quem começou! Eu só OBSERVEI o seu recado!

Tanta gente para quem eu fiz homenagens e agora chegou a sua vez. ESTA é a minha HOMENAGEM para o senhor. E sobre o Fernandinho Beira Mar, gostei da sugestão, pena que ele não tenha nascido ou passado por Santa Luzia. Arnaldo Jabor, o escritor e crítico que eu mais admiro, disse um dia que seu melhor texto foi sobre esse traficante, pra mim seria um desafio. Mas como o Blog é de Santa Luzia, vou mudar os nomes dos bois, se me permite, vou escrever sobre o Nego Ciço da próxima vez, ele sim tem tudo a ver com a gente! OBRIGADA PELA DICA! Passar bem!

CORRIGINDO:

professora Joana,(vírgula, pois sintaticamente isso aqui é um vocativo) quem será o próximo homenageado do seu blog?(primeira pergunta, ponto de interrogação) O Fernandinho Beira Mar? Porque (porquê junto, explicação) vc já homenageou o deputado que nunca trabalhou, masi (olha...) enricou roubando o povo de santa Luzia (olha...substantivo próprio em maiúscula) juntamente com seu irmão que nunca trabalhou mais (mas sem o i) é um dos mais ricos da cidade (faltam vírgulas aqui). Homenageou o Neguinho Coco,(vírgula aqui também) que sempre viveu de assaltar e fazer outras coisas piores e, agora,(advérbio de tempo, vírgulado sempre) homenageou o nato costa(Hum,não seria Nato Costa?) que roubou a prefeitura para enricar os agiotas.

RECAPTULANDO:

Professora Joana, quem será o próximo homenageado do seu blog? O Fernandinho Beira Mar? Porque você já homenageou o deputado que nunca trabalhou mas enricou roubando o povo de Santa Luzia, juntamente com seu irmão, que nunca trabalhou, mas é um dos mais ricos da cidade. Homenageou o Neguinho Coco, que sempre viveu de assaltar e fazer outras coisas piores e, agora, homenageou o Nato Costa, que roubou a prefeitura para enricar os agiotas.

AGORA SIM. MUITO BEM!

21 de abril de 2010

O PASSADO É UMA PARADA!

Tem gente que eu sei, se soubesse o que o tempo lhe reservaria, jamais teria feito algumas fotos. A gente vive cada época com a mais pura intensidade que os dias nos exigem. Estamos num tempo e seguimos os rumos das suas tendências, por isso, faz tanta falta a nossa infância porque é nesse período que fazemos as mais divertidas loucuras e ali, naquele momento, tudo era permitido. É assim na adolescência, na juventude e será assim na velhice. As fotos comprovam isso. Temos vergonha de algumas pérolas que registramos, mas elas nada mais são do que um registro único dos momentos únicos que nós vivemos intensamente. Isso não significa dizer, é claro, que algumas poses não vão nos causar alguns constrangimentos por que é certo que as fotos são sempre uma boa pedida para um bom e velho MICO. Por isso a PÁGINA O PASSADO É UMA PARADA FAZ TANTO SUCESSO e também por isso é A PÁGINA MAIS ODIADA Desse blog. Você rir dos amigos, mas quando é com você: QUE MICAÇO!

Tenho uma foto dessas que a gente escondia dentro daquela caixa de sapato coberta de papel de presente que toda adolescente da minha época tinha para esconder as cartas e os bilhetes dos namoricos. Aquela caixa era guardada a sete chaves porque era dentro dela que guardávamos as nossas pérolas imagéticas. Imagens que são como aquelas perguntas do caderninho que as amigas davam pra que nós respondêssemos, lembram: “Quem você levaria para uma ilha deserta?” (KKKKKKKKK). “Você já beijou?” (KKKKKKK). Nós íamos respondendo e lendo a resposta dos colegas só pra encarnar depois. UMA PIADA! Coisas do passado que marcaram as nossas vidas para sempre- ainda mais ali, no 47, onde todo mundo se conhecia e as encarnações eram recíprocas. AMO O PASSADO MAS TAMBÉM ODEIO aquelas fotos tradicionais que traumatizam a gente pra sempre, como por exemplo a minha foto com a Norinha na primeira comunhão, aquilo não é uma foto,é um mico, é um trauma! (KKKKKK).
É por isso que, às vezes, agradecemos ao tempo por ele ter passado porque não fosse isso estaríamos fritos. Sejamos francos então, digam-me, quem iria querer namorar eu ou o Jorginho na época em que fizemos essa foto aí no Caeté? NINGUÉM! Por isso demorei tanto tempo pra perder a virgindade, NINGUÉM queria, mano! (KKKKKK).


São tantas imagens que só mesmo um bom olhar clínico não desperdiçaria algumas risadas:


Que tal a Polyanna aqui no aniversário da Silvia do seu Manoel Pinto. (KKKKK) O Reinaldo e a Gelma quando na pré-juventude. (PODRE, o REINALDO – KKKK). A Juliana em sua dança exótica com essa roupinha horrível (KKKK) A Simone Costa nessa roupa de matar!!! (Simplesmente horrível – KKKK). Não sei se isso era realmente moda ou se nós realmente não tínhamos o senso do ridículo! (KKK) Porque era mal gosto demais, minha gente! Isso não é coisa de época não é coisa de gente brega mesmo! Que garota iria querer o professor Antonio Moura com essas orelhas tão grandes? (KKKKKK) Meu irmão, coitado era muito feio!!!!! Mais parecia um OGRO, uma figura daquelas do filme AVATAR! (KKKKK)E o Melque do seu Bebé, o que que é isso? O incrível Hulck? (KKKK)
Observem mais algumas fotos é impossível não repensar em algumas perguntas.Vejam:


Que ser humano o suficientemente bom de coração seria capaz de beijar o Márcio japonês no dia do aniversário do Doriédson? (KKKKKKK) Nem Madre Tereza de Calcutar faria uma bondade dessa!!!!Nem a irmã Doroty, coitada! De onde, me digam, seria capaz de sair um índio guerreiro capaz de roubar o coração da Sônia no tempo em que ela mais parecia da tribo dos tembés? (KKKK). A Princesa com essa cara de plebéia? OU PLEBEU? A Neth com sua juba de leão? A Régia com esse seu sorriso meio que sai pra lá, macho? (KKKK). E eu então? Nossa mãe! Que mulher ou homem seriam capazes de me dar um beijo vestida nesse conjunto de chita com esse cabelo cortado pela dona Adalzisa? PODRE ao QUADRADO!!!!! Não havia sapo que desse conta disso quanto mais príncipe.
Nossa sorte é que o tempo passou e nós sobrevivemos e é isso o que interessa. As fotos registraram um passado duro e cruel de uma beleza inexistente que a vida foi, graças a Deus nos oferecendo aos poucos. Não fosse isso, todos nós mesmo não sendo lindos, estaríamos virgens e numa secura sexual terrível (KKKK).A vida foi boa conosco, amigos. UM BRINDE!

E como o assunto é o passado, fotos e micos...PARA DEIXAR O CORAÇÃO MAIS FELIZ E A MENTE MAIS ALEGRE, o blog está postando mais esta PÉROLA para você morrer de rir com O PASSADO É UMA PARADA! (KKKKK).


Nossas eternas mestras num dia de folga e livres dos afazeres do trabalho, curtindo aquele banho gostoso de água fria lá no rio Caeté em dia de piquenique. UMA DELÍCIA DE LEMBRANÇA. UM MICO QUE FALE A PENA SER RELEMBRADO!

GENTE QUE FAZ FALTA: CÉCEU


E por falar em perdão, faz cinco anos neste datado de 2010 que nós não perdoamos a morte por ela ter tirado de nós o amigo e ex-vereador Céceu. A vida não sabemos porquê nos prega cada peça. É como o Renato Russo um dia cantou “É tão estranho, os bons morrem antes!”. Ninguém conseguiu ser, na política, na vida, na conversa, na personalidade, no cotidiano, tão igual como ele foi. O Céceu tinha um jeito de ser que ele aprendeu consigo mesmo por isso talvez foi fenômeno nas urnas, nas caminhadas esteve sempre junto de muita gente. Era um político popular, um pai exemplar, um marido que deixou a desejar, mas amou. Amou a vida simples que levava. Amou ser o que foi por ali. Não era rico, não era pobre, era o Céceu. Cumprimentava os de vermelho, abraçava os de azul, sorria aos amarelos e adorava gente, gente de todas as espécies. Ele era um amador das companhias, passava pela praça e cumprimentava todo mundo. Beijava as meninas, pagava lanche pra galera e sorria com aquele ar sem graça e meio sínico que só ela tinha. Faz falta o Céceu. Faz falta porque seus sonhos eram o sonho de muitos que permaneceram. Faz falta porque muita gente que acreditou na vida não aceitou a sua morte e o enterro de muitos de seus planos. Audacioso, inteligente, popular. O Céceu um tempo desses me fez chorar. Lembrei das caronas que ele me oferecia quando eu ia visitar o terreno do papai lá no Peritoró, eu entrava no carro do vereador que tinha cara de pião de fazenda e ele me sorria dizendo: “Teu lugar não é aqui, teus irmãos se formaram todos, busque o seu sucesso também, faça por onde melhorar, Santa Luzia é pequena demais para quem sonha alto e você não tem cara de quem se contenta com uma lanchonete pequenina no canto da Praça!”. Ele esteve numa dessas festas de aniversário que nós comemorávamos lá em casa e recebeu um caderninho para me dedicar uma folha de escritos seus que eu tenho até hoje. Ele me pediu a caneta e escreveu meio sem graça: “Me empresta o teu sorriso, Junia, que eu nunca mais perco uma eleição em Santa Luzia!”. Eu ri quando li e rio até hoje quando vejo, só que agora, a dor de sua perda já não deixa o sorriso sair como antes. O Céceu foi meu amigo e foi amigo também de muita gente que acreditou na sua honestidade e que sente falta de políticos como ele, um vereador de todos, sem cor, nem partido, sem legenda ou palanque: O CÉCEU foi um exemplo, pena que, como diz o Renato, “OS BONS MORREM ANTES!”.

MANO, AQUELE ABRAÇO!


E o meu abraço de hoje vai para o meu queridíssimo amigo Willamy, o Mano. Meu amigo, ex-namorado nas farras, colega de estudo, aluno de redação, meu orientando no TCC e médico. O Mano é uma figura espetacular. Conviveu comigo muitos bons momentos e me confidenciou a sua vida quando estudava por aqui e nós dois remávamos no mesmo barco.

Foi meu aluno na dificuldade da redação, esteve comigo no Impacto pedindo umas ajudinhas quando pretendia fazer o curso de medicina e já quase médico recorreu a mim para a correção do seu TCC. É um menino esforçado, estudioso e muito simpático. Quis ser médico e realizou o seu sonho. Quis comprar um Honda Civic e já está motorizado em sua máquina que era um desejo de infância. Estou feliz por ti, amigo.


Eu e o Mano no carnaval de 2008 no João Borracheiro, comemorando que estávamos terminando o curso na faculdade, nós passamos no mesmo ano e ele demorou a sair porque seu curso demorava um ano a mais. Estávamos bêbados e felizes!

Gosto de ver você assim, médico, granado e cheio de planos.

CONTE COMIGO! TE AMO!

PERSONALIDADE LUZIENSE: NATO COSTA


Esse texto de hoje não será igual a nenhum daqueles que eu já postei sobre uma PERSONALIDADE LUZIENSE. Mesmo porque, você pode está pensando, ninguém é igual a ninguém, mas não é por isso não. É por que para produzir este texto de hoje eu precisei muito mais do que os meus aprendizados no trabalho ou na faculdade. Foi preciso perdoar para escrevê-lo. PERDÃO, palavra que segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, «remissão de pena ou de ofensa ou de dívida; desculpa, indulto» ou «ato pelo qual uma pessoa é desobrigada de cumprir o que era de seu dever ou obrigação por quem competia exigi-lo». Como interjeição, trata-se de «fórmula de civilidade com que se pede desculpa». Às vezes é preciso se perdoar pra ser perdoado. Vou explicar:

Era um dia normal, como um outro qualquer, quando ele passou pela minha vista num supermercado aqui da Capital. Eu estava de longe mas o vi tão magro, tão velho, tão diferente. Empurrava o carrinho de compras acompanhado de uma de suas filhas escolhendo com cuidado na prateleira os produtos para compor a sua dívida. Fiquei com vergonha de me aproximar, fiz o que sempre faço: OBSERVEI! Fiquei ali por trás do frigorífico vendo os seus passos, tão leves agora. Ele me perecia sem pressa, coisa que não lhe ocorria na época em que foi prefeito. Olhava o preço dos produtos, seguro na mão da filha tão pai e tão humano. Virou o rosto, me olhou, acenou com as mãos, veio até mim: “Vi você no comercial da televisão, fiquei orgulhoso”. Nunca passou na minha cabeça ouvir aquela frase. Não saída de suas entranha de gente. NATO COSTA. Ele me destruiu por dentro. Me arrebatou como um gigante. Me deu um tapa sem sequer encostar em mim. Saiu e eu não o vi mais. Tentei chorar mas meu peito não deixou.Quem diria, eu pensei. Foi assim também que eu me senti num dia desses de carnaval quando a gente pega um porre e acha que as coisas não aconteceram: Eu estava no bar do Macaxeira e fui comprar cerveja lá dentro quando eu o enxerguei sozinho sentado isolado numa mesa. Pegou no meu braço e me fez sentar. “Sou teu fã por tu seres filhas desta cidade e ter ganhado o mundo lá fora, vi tua foto no ônibus e senti orgulho de ti!”. Eu estava meio tonta mas consegui ouvi direitinho. Parecia que ele insistia para que eu o perdoasse. Saí de lá arrasada. Puxei dinheiro do bolso e pedi ao Macaxeira que lhe desse em cervejas. Não sei se ele lembra de tudo isso, mas eu nunca esqueci porque ali, nas duas situações a vida me oferecia uma nova chance de recomeçar a partir do perdão. Era como se Deus estivesse me sorrindo e dizendo: “PERDOA, FILHA!”. E eu o perdoei. O Nato foi prefeito de Santa Luzia quando eu havia voltado pra lá e trabalhava no CEPEV. A política me fez sua inimiga. Nós travamos batalhas tremendas de ofensas e desavenças. Quem em Santa Luzia não lembra de mim em cima do trio petista ofendendo o prefeito da cidade aos gritos revoltadas porque ele, no dia anterior, num dos seus comícios, havia me chamado de PROFESSORINHA DE MERDA? Eu era professora, militante e petista. Ele era prefeito, detentor do poder na cidade e brigava pela reeleição. Eu sempre amei a Maria, mas odiei o Nato. “Saia de dentro de casa, senhor prefeitinho!”, eu o desafiava. Mamãe faltou morrer porque pra ela ele nunca foi o prefeito, era sempre o compadre Nato. Ela o respeitava e era seu cabo eleitoral. Eu pouco me importei e ele também não. Sei que por minha causa ele retirou o convênio que a prefeitura tinha com a escola e nós ficamos de mal a pior. Sei que por conta disso ele também não me engolia. E eu tive que voltar pra Belém por conta da falta de opções lá no município pra mim. No interior quando o prefeito é seu inimigo, ou você se ferra ou você se ferra. Eu saí de lá depois do resultado das eleições. Ele me obrigou a fazer isso. Mas, o tempo passou, a vida seguiu como um rio e eu e ele ganhamos rumos diferentes. Enquanto eu estudava na universidade, ele era cassado por desvio de verbas. Enquanto eu penava na capital, ele enfrentava os seus opositores na Câmara. Foi a nocaute. Perdeu o cargo. Foi processado e entrou pra história. Uma história que ele hoje faz questão de reescrever. Deixou de ser o prefeito e voltou a ser o Nato. Eu deixei de ser a Junia e passei a ser a Joana Vieira. Mas quem nós somos hoje? Duas pessoas que aprenderam na dor e na marra que a vida dá voltas. Que é preciso fazer a coisa certa e no momento certo porque a vida é cruel com aqueles que erram o momento. Se me perguntarem se ele hoje está pior, digo que não. Nessas voltas que a vida dar, o tempo aos poucos foi se encarregando de nos fazer perceber que o erro nem sempre tem um único culpado. O que dizem do ex-prefeito hoje é que era um homem ingênuo e que foi facilmente ludibriado pelo dinheiro e pelo poder. Dívidas, empréstimos, irresponsabilidade no ato da gestão fizeram com que a vida o condenasse as penas que ele já tem pagado. Ninguém é réu pra sempre: somos condenados, comprovou-se o erro e a pena é estabelecida e ele, saibam, tem pagado a altos preços pelos erros. Mas ganhou também. Ele voltou a ser o Nato e isso traz leveza. Ganhou uma nova chance de ser o marido bom que sempre foi, uma nova chance de ser pai, e no supermercado eu percebi o seu jeito de pai caridoso e carinhoso no cuidado com a Nágila. Ganhou a paz de ser um homem como outro qualquer. A chance de viver a sua família. UM RECOMEÇO. A gente perde, Nato, mas se observar por outro lado é uma forma de ganhar também. E o senhor, só hoje, ganhou o meu respeito. Depois de ter perdido na política ganhou a minha admiração. Sou sua fã e tenho orgulho do senhor também. Dizem que o seu erro foi fazer política com o coração, eu não sei, mas hoje, depois desses nossos encontros, percebo que seu coração é grande mesmo. IMENSO! E foi esse seu coração gigante que fez o meu lhe oferecer o meu perdão. Foi o seu jeito novo de ser o Nato que me faz pedir perdão pelos meus erros, pela minha agonia de jovem, pelo meu jeito arretado de ser. A vida nos tem dado direitos iguais de repensar nas coisas e eu creio que ela nos deu chances de sermos melhor. E o senhor foi muito melhor do que eu porque me perdoou primeiro, porque não se envergonhou em me dizer o que pensava mesmo depois de tudo. És grande, Nato. Bem maior que imaginas. És maior agora, muito mais do que naquela época em que eras prefeito. Saiba que essa professora aqui, senhor, tem muito orgulho de ser da cidade que o senhor talvez não soube cuidar, mas ama, e disso, eu não tenho nenhuma dúvida. Fica com Deus.

FELIZ ANIVERSÁRIO, MÃE!


Domingo é dia de festejo por mais um ano na vida de minha velha. Mamãe estará completando mais um aninho junto de nós e hoje eu estive pensando: Como é bom tê-la por perto. Dona Maria é algo assim que nem um livro inteirinho foi capaz de descrever. Penso que não é pelo fato de ser nossa mãe, mas pelo fato de ser única, de um jeito que só ela consegue ser. Dei carona a uma amiga de trabalho esta semana e no carro ela ia me dizendo que estava esperando o feriado para rever os pais, eu disse a ela: “Gosto de passar por aqui pelo Ver-O-Peso porque ele me lembra a minha mãe. Esse barulho, esse monte de gente andando, essa confusão toda é bem a cara dela”. Mamãe é meio espalhafatosa, exagerada, eu disse. Acreditas que ela era tão religiosa que nós só escapávamos da surra quando errávamos na hora da missa? Ela dizia: “Tens sorte que é a última chamada do sino pra igreja senão levarias uma surra agorinha mesmo!”. Ela ia embora e a gente ficava agradecendo a Deus pela bendita reza. Mas quando a Mariazinha chegava, tinha jeito não, era taca na certa. Eu ficava ali chorando e pensando: “ Essa danada acabou de rezar, acabou de vir da missa e foi capaz de nos bater assim mesmo depois de tantas ave-marias. Será que Deus não tocou seu coração?!”. Ela era assim mesmo. MOLEQUE ERROU havia de PAGAR NA TACA. Lembro de quando éramos menor e ela nos trazia ao Comércio para que carregássemos as sacolas de compras. Dona Maria era vendedora de cortes, retalhos de panos que ela comprava “lá embaixo”, como chamava o Ver-O- Peso. Ela era brigona, impaciente mas adorávamos ir junto dela às compras. Andava ligeiro, passava pelas ruas estreitas da Cidade Velha esbarrando em todo mundo e resmungando: “sai da frente, infitético!”. A gente ria porque só ela não percebia que era a errada da história. Mas tinha jeito não. Mãe sempre tem razão. Lembro das sacolas pesadas que carregávamos na cabeça aos passos apressados para acompanhá-la em sua andanças. Parava em todo canto e sempre escolhia o mais barato e nunca pedia opinião porque “menino lá tem opinião que preste!”. Eu que quase não era escolhida para ser a acompanhante nunca fiz muita questão porque não éramos assim muito amigas quando na minha infância. Eu ia quando ela realmente não tinha opções. Mas lembro com saudade daquele tempo, a gente no ônibus, eu olhava os letreiros da cidade, as ruas, os sinais, os carros, ela mal conversava comigo e a viagem no coletivo seguia sem muitas palavras e poucos olhares. Descíamos na João Alfredo e ela, rápida, saía em direção às lojas e eu que tratasse de segui-la sem se perder. “Mas que diacho de menina lerda!”. Eu olhava pra tudo abismada com as novidades. Ela saía de uma loja e eu já estava com o sacolão nos ombros. Ficávamos por lá e depois ela me comprava uma coca cola na garrafinha com uma unha de caranguejo, eu ganhava o dia. Vínhamos no ônibus e ela quase nunca perguntava o que eu tinha achado. Eu estava vislumbrada com tudo aquilo mas ela não era mãe pra perguntar, nem pra abraçar, nem pra perdoar o meu cansaço. Poucos foram os momentos que passamos juntas, por isso o Ver-O -Peso me traz tantas lembranças boas. Por que ali, mesmo não segurando a minha mão, a minha mãe estava ao meu lado, sei que ela sempre estava na frente mas estava ali, às minhas vistas. Apressada. Avexada. Agoniada. Mas eu a vi de longe, suas perninhas andando ligeiro, oferecendo o seu sorriso hora ou outra para um vendedor que lha dava um desconto. Aquela era a minha mãe. A minha mãezinha. A dona Mariazinha. Para a qual, naquele tempo, eu realmente confesso, não dei muito valor. VALOR DE MÃE! Nós brigávamos todos os dias porque eu não entendia os seus motivos em ser tão braba, tão antisocial, tão exigente, tão seca. Quando criança a única coisa que eu entendia era que aquelas surras eram para o meu bem, mesmo que elas deixassem marcas, mesmo que a dor me viesse e as lágrimas me cobrissem o sorriso. Ela batia e justificava. Nunca deu um tapa sem dizer os motivos: “Estás apanhando por isso, por isso e por isso!”. Era uma mulher justa. Nos ensinou as regras da igreja, nos encaminhou para o bom caminho, nos obrigou pela força do cinto e da fé a ser gente do bem. Deu certo. Funcionou. E hoje, que sou grande e caminho com as próprias pernas, tenho dentro de mim a certeza que ela foi a melhor mãe do mundo, com todos os seus defeitos, suas aperreações, suas agoniações. E agora que eu também sou mãe e não tenho tempo pra ser a melhor mãe, tenho dentro do peito a certeza de que ela não fez tudo o que pode mas fez seu melhor. Não dava, com 13 filhos e um marido, pra ser a mãe mais carinhosa porque lhe faltava tempo. TEMPO até pra si. TEMPO para o casamento. TEMPO para ser mãe, porque era quem trabalhava na labuta junto com papai. De tudo aquilo que um dia eu havia dito a ela no auge da minha revolta de adolescente, eu a perdoei. Por tudo e por todos. Eu que sou mãe da Karen a perdoei por conta da vida que me ensinou que nem sempre temos tempo pra ser o melhor. Mas que nem sempre também a nossa intenção é fazer o pior. E por isso ela acertou. E por isso nesse dia de domingo que está se aproximando, eu agradeço a Deus por ter me dado em vida a chance de voltar a amar a minha mãe. De perdoá-la pelas minhas mágoas. De hoje poder oferecer a ela todo o meu amor. DE PODER DIZER SEM VERGONHA QUE EU A AMO MUITO e que sou feliz em tê-la comigo, conosco. Agradeço a Deus por ter dado tempo a mim para ter tido uma filha e ter dado a ela uma neta que é hoje a filha que eu não fui. As duas são loucas uma pela outra e eu, às vezes, sinto inveja da Karen por vê-la tão criança e já abraçando a minha mãe com o calor do seu corpo e amando e aproveitando a vovó Maria. TE AMO, mãe. FELIZ ANIVERSÁRIO. Deus me deu tempo pra ter tempo de te pedir perdão e fazer o meu melhor. Que Ele te abençoe e te faça presente por mais outros longos anos.

VIOLÊNCIA: QUEM SERÁ O PRÓXIMO?


Eu havia reclamado dia desses no blog sobre a violência em Santa Luzia. Minha amiga Nega está por aqui por casa desde a segunda-feira e me contou que a situação está mesmo piriquitante, como diz a minha mãe. Eu falei ontem sobre o Farley, o irmão do Fábio e da Simone Costa e lembrei de tantos amigos que já se foram por conta da violência, seja ela doméstica, no trânsito, seja ela por desajustes sociais, econômicos ou, agora, pelo consumo de drogas. Santa Luzia está num caldeirão que pode explodir a qualquer hora por conta do descaso governamental, a irresponsabilidade do poder público e a inadequada ordem policial do município. Os problemas com a crescente violência são inegáveis. Estão visíveis, às claras, de dia, de noite,no Bairro Novo, no Velho, nas escolas, nas ruas.
Todas as pessoas que conheço e com as quais tenho um certo contato, têm me falado do absurdo no qual a cidade está vivendo.

Tenho uma pergunta que deverá ser respondida aos olhos daqueles que estão enxergando as imagens que ilustram essa postagem. QUANTAS PESSOAS AINDA PRECISAM MORRER PARA QUE ALGUÉM TOME UMA PROVIDÊNCIA URGENTE?. Olhando para estes três jovens que a cidade perdeu no auge de suas vidas e num momento totalmente fora do programado, será que não bate assim um pouco de dor em saber que dois deles pelo menos poderiam ter sim a vida poupada se a cidade tivesse uma política digna de segurança pública?!
Conversei com a Nega e ela me disse: "Meu irmão morreu cedo demais!" E foi. FOI MESMO. O Kley tinha filhos pra criar, uma esposa pra cuidar, uma mãe fragilizada, irmãs que só tinham ele de irmão. Como então não bate o bom senso na cabeça de algumas pessoas que PODEM SIM fazer diferente? PRIORIDADE. SEGURANÇA é PRIORIDADE! Antes mesmo que a educação porque sem ela os alunos não chegam à escola. Antes mesmo da merenda escolar porque sem ela hão de faltar bocas na hora do lanche. Antes mesmo que a saúde porque se as pessoas estivessem seguras não haveria tanto caos e tanta procura pelo posto de emergência. SEGURANÇA é PRIORIDADE. UM DIREITO INDISCUTÍVEL! IMEXÍVEL, como diriam muitos.

Os pais não fazem nada, diriam os leigos. Os pais disciplinam. O Estado protege. É preciso proteção porque sem ela outros direitos conservados pela constituição são infringidos: O DE IR E VIR. O DIREITO AO LAZER. O DIREITO DA ESCOLHA. E OUTROS listados pelos artigos da constituição.

Acidentes de trânsito acontecem em 70% por conta da negligência: falta de sinalização nas vias, estradas em péssimas condições e outras somadas pelas imprudências dos próprios motoristas. Mas no caso do Kley é descaso mesmo. PURA IRRESPONSABILIDADE. Gente que só percebe o problema quando ele chega a sua porta e com esses portões gigantescos que eu tenho visto nas suas casas é quase que certo que os atingidos serão mesmos aqueles desprovidos de seus direitos. O RESTO... eles estão protegidos!

FÁBIO, AQUELE ABRAÇO!


O meu amigo Fábio Costa passou por aqui pelo BLOG e me escreveu um depoimento belíssimo. Depois passou no meu Orkut e me mandou um convite que me emocionou muito. Engraçado que nos dois casos a última frase era sempre a mesma: “Ah, talvez não lembre,mas sou o Fabinho irmão da Simone.Bjos Junia!!”. Meu Deus, como assim não lembro mais? Eu não posso ter esquecido, é a minha vida, é o meu passado, é a minha história.EU NÃO ESQUECI. Te via sempre quando fazia as viagens de ônibus, essas que descrevi sobre o BOA ESPERANÇA, quando eu estudava aqui na capital e ia pra casa aos finais de semana. Você trabalhava no Terminal Rodoviário. Depois quando comecei a fazer a faculdade, vi você também, ou na Rodoviária de Belém ou de Castanhal. IMPOSSÍVEL TE ESQUECER. Eu ainda sou a Junia, estudei, fiz federal, escrevi dois livros, estou no terceiro, trabalho no Impacto, mas continuo sendo a mesma pessoa. Com as mesmas raízes, os mesmos amigos e as minhas histórias foram construídas junto de vocês: a Simone, o Farley, quando ainda era vivo.

OBRIGADA pelos elogios. OBRIGADA pela visita.

Vi tuas fotos e percebi que estás bem. FELIZ! Fico bem em saber.

Beijos na família. Na Simone, diz pra ela me mandar notícias, eu morro de saudade dela. MESMO, DE VERDADE!

"OS ANIMAIS TÊM O SEXO INTERESSANTE IMAGINE SÓ COMO É O PINTO DOS ELEFANTES. E O CAMELO QUE TEM AS BOLAS EM CIMA DAS COSTAS?"


Estou meio encabulada com uma gatinha que mora aqui na rua e que de uns dias pra cá tem tirado o nosso sono com seus gemidos e ruídos na calada da noite. Ela está no cio e grita horrores quando chega a hora de cruzar. Passei o maior vexame dia desses quando, envergonhada, por escutar aquele escândalo todo da gatinha na frente da Karen e, sabendo que ela também estranhava os ruídos prazerosos da coitadinha da bichinha, eu disse: “Deve está sentido dor, a coitada, é a barriga só pode ser!”, disse disfarçando. E ela: “Dor é, mãe? Essa gata ta é gemendo. Isso é enxerimento dela!”. Fiquei sem palavras. A Karen foi para a casa do pai mas a gatinha continua fazendo o maior escândalo durante esses dias pala madrugada. A gente rir pra caramba dos gemidos dela aqui em casa. Aí eu resolvi pesquisar o porquê desses bichinhos gritarem tanto na hora da procriação.

E você já se perguntou por que o gato e a gata gritam tanto quando estão cruzando?

Fiz uma enquete sobre o assunto pelo MSN com alguns alunos e olha só as respostas selecionadas:

“Ah, Joana essa é fácil é que o gato é bom de pegada e além de morder no pescoço da gatinha ainda espeta ela com as unhas”. (KKKKKK)

“A gata grita pelo mesmo motivo que algumas mulheres gritam na hora de transar. Ora bolas, elas devem estar loucas de prazer e puro tesão acumulado!!!” (KKKK)

“ Poxa, Juju, tem pessoas que gritam bastante também, não é o meu caso, mas então por que as gatinhas não podem fazer barulho? Deixa elas” (KKKK)

“O HOMEM e a MULHER também gritam quando estão cruzando e ninguém diz nada. Então direitos IGUAIS, digo, direito ANIMAIS!!!!” (KKKK).

“Ouvi falar, não sei se é verdade, que o membro do gato quando introduzido na fêmea, se abre feito um guarda-chuva”.

“Dizem os veterinários que é porque o sêmem do gato é muito ácido, ao entrar em contato com a vagina da gata, entra queimando, ardendo tudo!” (KKKK)

“Mas que pergunta, tia Ju? Penso que... se sexo é bom, por que eles vão ficar caladinhos? Vai ver eles são escandalosos e gostam de gritar...” (KKKK)

“Se tu não sabes é porque nunca tiveste um gato de verdade que te levasse a loucura...porque com um a mordidinha no cangote quem não berra???”(KKKK)

“Já vi em reportagens que o pênis do gato não é liso como o do cachorro... ele possui uma espécie de pontinhas por todo ele, como espinhos, e que se abrem quando introduzido na fêmea, por isso ela sente muita dor...”

“Uma coisa é certa... a gata não grita de prazer não, viu seus gatos tarados?” (KKKK)

“Porque a forma dos gatos sentirem prazer é soltando esses gemidos, gritos. É como se eles estivessem anunciando, está bom e eu estou gostando!” (KKKK)

“Isso é que eu chamo de "SEXO SELVAGEM!!!" Miaaaau...(KKKK)

Tanta sacanagem e nada. O certo é que eu já ando meio sem saber o que fazer e o que dizer pra minha filha que, assim como eu, ouve os gemidos da gatinha. Ela faz muito barulho, acorda a vizinhança toda. Na rua, a cachorrada arregala os olhos e começa a latir e em seguida todos os cachorros da rua latem sem parar e o barulho fica ainda pior. Estive pensando: Será que ela faz isso só pra não deixar ninguém dormir ou é pra nos encabular mesmo? “Não faz melhor, não faz melhor!!”. Não, Joana, não é por isso não. Essa gatinha é perigosa e fogosa faz muito barulho, está me deixando sem graça. GRITA PARA CRUZAR, até mais que nossos vizinhos!?!

Uma coisa que eu odeio é grito de gato, por isso fui buscar a resposta na anatomia animal e resolvi postar. O fato é que o pênis de um gato possui espículas (como se fossem espinhos) que provocam sangramento e muita dor por ocasião do coito. E no caso deles, o sangramento é importante para estimular o aumento da secreção do hormônio LH (hormônio luteinizante) que leva a ovulação na gata. O acasalamento em gatos ocorre muito rapidamente; assim que o gato retira seu pênis, as espículas penianas saem “rasgando tudo” (é sério, não achei graça na verdade da história), por isso a gata grita tanto. A dor é tão intensa, que na maioria das vezes a gata vira e ataca o gato. E como processo natural da espécie, o machucado causado após o acasalamento, impede a gata de se acasalar com outro gato até a cria.

Bom, uma pesquisa mais aprofundada na FISIOLOGIA gataniana achei uma foto das espículas assassinas penianas de um gato que, segundo a biologia são as pontinhas de um pênis animal que contém osso, assim como o do cão, veja:


Cão e gatos apresentam um osso peniano. No cão, a distensão final do pênis não ocorre até que ocorra a penetração total. A presença do osso peniano em cães e gatos, facilita a penetração. No gato, a presença de espículas na glande do pênis é importante para a estimulação vaginal, sendo um mecanismo auxiliar na ovulação.

Engatados


Muitas vezes, nos deparamos com cenas inusitadas e, para algumas pessoas, constrangedoras. Quem de nós nobres pobrezas nunca passou pela rua e viu dois cachorros engatados e tentou, como todo pobre sempre faz, separá-los com um pedaço de pau? O pobre que não fez isso não foi feliz, por que isso faz parte da felicidade de todos nós os pobres mortais. (KKKK)

Quando o macho está cruzando com a fêmea na rua, os dois ficam grudados e de costas um para o outro e nós corremos para apartar o coito dos pobrezinhos.

Por que isso acontece? É por que eles querem viver juntos para sempre? (KKKK)

Claro que não. Acontece que a anatomia do pênis e da cérvix dos cães, é diferente dos seres-humanos. Primeiro o cachorro ejacula em gotas, o pênis possui osso e mais próximo da base dos testículos existe um “bulbo”. A cérvix da cadela, é praticamente plana e possui uma “fossa”, na qual o “bulbo” peniano irá se encaixar. Quando ocorre a ereção peniana, haverá o preenchimento sanguíneo e isto fará com que o “bulbo” aumente o seu volume. Este processo ocorre no interior da vagina. Uma vez que este “bulbo”encaixa-se na “fossa” da cérvix, só ocorrerá o desacoplamento quando o volume de sangue diminuir no corpo peniano. Isto ocorre cronologicamente com a finalização da ejaculação. Se não houvesse esta estrutura diferenciada, no pênis e cérvix, o tempo de permanência do pênis no interior da vagina, não seria suficiente para ocorrer a fecundação. E como não há relação sentimental entre o “casal”, no término do “trabalho”, cada um procura o seu rumo.

Pois bem. Sabendo disto tudo, imaginem o estrago, as lesões que ocorrem quando algumas pessoas estouram bombinhas, jogam água, enfim, tentam forçar o desacoplamento dos cães antes do tempo normal. Pode ocorrer desde lesões leves até a exteriorização de uma porção do “útero”.

Uma vez “grudados”, não há muito o que se fazer, além de esperar. Tentar separar os dois, não irá diminuir a chance da fêmea engravidar. Como diz o ditado, nestas situações, o negócio é relaxar…

O pênis do gato possui pequenas espículas. O pênis do cachorro tem uma espécie de nó que segura a pobre da cachorra e não deixa a coitadinha desgrudar do parceiro. Aí você deve está pensando: “Que coisa triste o sexo entre esses animais”, né. Pois é aluno, acredite você ou não: Sorte da gata que leva uma escovada e da cachorra que fica grudada. As pobres aranhas amantes da viúva negra literalmente perdem a cabeça e nem reclamam...

19 de abril de 2010

UM NOVO FINAL. É isso que queremos!


Eu bem que podia não escrever sobre o assunto, mas sinto que é a vida me dando uma segunda chance. Assisti ao filme que conta e retrata a vida do Chico Xavier e me deparei com uma de suas magníficas frases ditas tão oportunamente num momento tão certo, numa hora tão certa. Ele dizia: "EMBORA NENHUM DE NÓS POSSA VOLTAR ATRÁS E FAZER UM NOVO COMEÇO, QUALQUER UM PODE COMEÇAR, AGORA, A FAZER UM NOVO FINAL". A vida, de fato nos dá sempre uma chance a mais de acertamos ou corrigirmos o que antes fizemos de uma maneira que não foi a melhor. Sinto que comigo é esse o momento. Eu sempre fui muito empolgada para as situações da minha vida. Fui uma adolescente empolgada demais, revoltada demais. Briguei sem necessidades com a minha mãe e deixei de amá-la no momento certo, hoje sei o peso da falta que isso me fez. Desobedeci aos seus conselhos e a vida me deu uma filha num momento muito precoce quando eu ainda não estava preparada para a responsabilidade. Brinquei no cursinho, demorei a passar na faculdade. Casei muito cedo e venci tarde demais quando a vida já havia me dado muito socos e pontapés. Aprendi na dor o que o meu pai tentou me ensinar sorrindo. Casei cedo, perdi a virgindade cedo, engravidei cedo, apanhei do marido cedo, separei cedo, e talvez por isso, eu tenha aprendido tarde demais. Hoje que me sinto grande, forte e com vontade de acertar , quero crescer também no meu perdão, na minha espiritualidade, quero ser gente enquanto pessoa. Por isso tento escrever coisas boas. Por isso tento ter esperança, por isso evito falar mal das pessoas, por isso que o blog traz as nossas boas lembranças, os melhores desejos e por isso também a razão do meu humor. As pessoas lêem os textos e comentam que são engraçados, que se divertem e dão risadas. Este blog serve pra isso, pra deixar a gente mais feliz, pra fazer o coração esquecer os incidentes não desejados, os nossos desvios. Não é isso que dizem dos jornais: “Eu já nem leio mais jornais, é só desgraça, só morte, só crime”? Vivemos tantos problemas. Buscamos a paz. Queremos dormir tranquilos. Desejamos sorrir um bocado. Queremos ser felizes. Estamos cheios de rancor. Lotados de mágoas. Abarrotados de incertezas. Agoniados com tantos problemas. A gente chega em casa querendo dormir pra esquecer. Abraçar as crianças. Tomar um bom banho. Assistir ao final feliz das novelas. Sonhar com os grandes amores. FAZER UM NOVO FINAL. Erramos mas sempre buscamos o acerto. Ninguém nasce desejando ser péssimo. Ninguém acorda esperando que o dia seja horrível. Queremos sim que tudo melhore. Que o salário aumente. Que o governo dê uma boa notícia. Que a vida continue e que a felicidade permaneça. UM NOVO FINAL. É isso que queremos. Fazer o melhor, apesar de tudo. Acertar, apesar das falhas. Vencer apesar das derrotas. Ganhar apesar das perdas. Amar apesar de tanto ódio. Ser feliz apesar de tanta tristeza. Paz apesar de tanta violência. FAZER UM NOVO FINAL apesar desse nosso COMEÇO! Um NOVO FINAL é possível. Pense nisso. Recomece. Busque! Boa Sorte!

"UFA!"


E Santa Luzia não foi citada na reportagem do jornal O Liberal dentre as cidades que podem ter ou já tiveram o prefeito CASSADO por ilegalidades nas eleições. A reportagem cita o nome de 27 cidades com o nome na LISTA NEGRA do TRE, mas nem sequer citou o nome da Cidade Morena...UFA!

Isso significa que o prefeito pode respirar tranquilo porque as acusações e processos parecem que vão mesmo acabar em pizza.

Enquanto não há sentença, só temos réu e não culpados. É o que tenho dito!

"ILHADOS"


Estamos ilhados. É o que dizem os jornais aqui da capital, a rodovia BR-316 está interditada em Capanema. As fortes chuvas da região abriram uma cratera ontem no quilômetro 113 da rodovia federal, perto da localidade de Quatro Bocas. O buraco tem aproximadamente 30 metros de largura.
No local passada, um riacho passava por baixo da rodovia por meio de tubulações, mas a força das chuvas fez a pista romper. A Polícia Rodoviária Federal está no local para orientar trânsito que está sendo desviado para pela estrada que liga Peixe-Boi a Capanema ou por Santa Luzia e depois retornando para a BR-316 pela Salinas/Belém.
Operários trabalham para liberar a pista ainda hoje , mas ainda pouco no jornal O Liberal 2ª edição, as chuvas estão atrapalhando o desempenho das equipes e o problema pode se estender durante dias. Minha nossa! O aniversário da mamãe é neste domingo e eu já estou preparada para mais uma viagem à Santa Luzia. Espero que tudo se resolva!

EU SOU POBRE, POBRE, POBRE DE MARRÉ, MARRÉ, MARRÉ...


Voltei das compras hoje à tarde com aquela sensação de pobreza tremenda. Sabe aqueles dias em que nós amanhecemos com aquela vontade de pobre? Comer pão com mortadela, café com farinha, leite em pó, farinha e açúcar, quebrar bolacha dentro do copo de café, comer camarão seco e salgado com chibé, tomar chá de canela com pão torrado, comer manga com farinha, creme de cupuaçu com farinha, banana com feijão e ovo frito...(KKKKK). Então, foi assim que cheguei em casa hoje com a sensação de estar vivendo mais um dia dentre os tantos que vivi em Santa Luzia quando eu era criança.
Olhei para o pão, pensei num ovo frito, mas ainda não era isso. Pequei o copo, pus café e olhei para a farinha, não era isso também, olhei para o copo, peguei a bolacha creme craker e desisti. Fui à vasilha de leite, entupi o café de itambé (KKKKKKK – fiz isso horrores escondida da mamãe, chega o café ficava grosso de tanto leite), meti a colher no pote do leite e comi uma colherada cheinha (KKKKKK – toda criança comia leite em pó escondida), não era nada disso. Nada satisfazia a minha vontade. Olhei a minha volta, vi novamente o pão dentro do saco e café que já esfriava em cima da mesa e...TANRAMMM: peguei um pão careca, passei margarina, enfiei a faca nele e assei o danado no fogo do fogão a gás. (KKKKKKKKK) Uma piada! ERA ISSO MESMO!!!!Aquele cheirinho de saco queimando, o pãozinho espocando e ficando preto, a margarina derretendo...HUM, MARAVILHOSO!

Vida boa mesmo é vida de pobre. Estou feliz agora. BOA NOITE A TODOS!

18 de abril de 2010

FIM DE SEMANA EM CLIC'S...

E a noite de sábado foi de programas leves. Estávamos cansadas e ficamos a tarde toda em casa em casa juntinhas uma da outra para matar a saudade. Depois, encontramos com as meninas para bater um papo e fazer uma boquinha. Fomos fazer um lanchinho lá na Tavares Bastos, no lanche do Baixinho, e depois partimos rumo ao Flor de Lis, onde a Yana e a Jordana tomaram uma sopa de caranguejo e nós as acompanhamos numa cerveja e numa conversa bem gostosas.


Nós duas dividindo o sanduíche para não ficar muito pesado.


Galera reunida mais uma vez: fazia tempo, eu já estava com saudade!


Olha nós aí em mais um dia de muita amizade. AMO AS DUAS, VALEU!

E hoje o café da manhã não foi como todos os domingos desses últimos anos. Não tomamos o suco na praça e nem comemos a unha de caranguejo tão falada da tia lá na tradicional barraquinha. Fomos tomar café com tapioquinha lá na Cidade Nova para fazermos uma surpresa a duas amigas maravilhosas que temos e que têm uma barraca de quitutes de deixar qualquer um alucinado: Nathália e Auricélia.


Café com leite e tapioca com coco e leite condensado. SERIA SÓ MAIS UMA TAPIOCA SE NÃO FOSSE FEITA PELA NATHÁLIA! Essa menina é especialista em guloseimas


Pão com ovo frito feito pela Nat, vocês não estão entendendo, amores. UMA DELÍCIA!

Não tomamos café na Praça, mas estivemos por lá para mais um passeio. Tínhamos combinado de irmos ao Mormaço ontem e aí eu quis ir à República para comprar alguns acessórios da moda reggueira para não passar vexame.


Andei por todas as barracas para pesquisar alguns acessórios e roupas típicas da cultura paraense. A Praça da república é a cara de Belém e tem muitas opções para quem gosta do estilo regional.


Bijouterias artesanais e importadas escolhidas para satisfazer o gosto dos paraenses que adoram coisas rústicas.


Estava por lá pela República e um desses mendigos veio me pedir dinheiro. Eu recorri à bolsa e não havia nada. “A única coisa que tenho aqui é este chip, queres?”, perguntei a ele que disse: “Quero!”. Eu dei o meu chip para o morador de rua que saiu todo feliz. SOU DOIDA MESMO!


Chegamos à barraca certa. Aqui vende tudo para quem gosta de reggae: de bijour até roupas e acessórios. Vale a pena conferir!


Compramos umas coisinhas e que já fazem a diferença. Vamos arrasar lá no MORMAÇO, meu bem!

E da praça fomos para o almoço na casa da Help, é aniversário do meu ex-cunhado Bil e eu prometi que iria. O Bil é um dos caras que eu mais amo, é meu amigo e pai do Athos que é a fofura da minha vida. Ele me escolheu para ser madrinha do seu filhote junto com a minha irmã porque, desde a época do casamento, nós nos dávamos muito bem.


Nós e a turma - família Vieira junta para mais um almoço. AMO MUITO!


Pondo as fofocas em dia – planejando o aniversário da mamãe que será agora no próximo domingo.


Meu amigo, compadre e ex-cunhado Bil tomando conta do churrasco


Ao volante, prontas para mais uma de nossas aventuras. Nosso rumo agora vai dá lá no MORMAÇO, uma casa de shows na Cidade Velha que é famosa pela cultura da nação reggueira.


No MORMAÇO nós fizemos a maior festa. É a primeira vez que vou ao local e achei o máximo – pra quem gosta do gênero, claro. O bar fica à beira do rio e é uma excelente pedida para vislumbrar o pôr-do-sol. A cara de Belém. Palafitas, beira de rio, chuva fina no final da tarde, barulho de ondas, carimbó, siriá, e muito, muito reggae.

O Reggae é um gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da
década de 1960. No Brasil sua expressão maior é no estado do Maranhão, onde é chamado regionalmente de PEDRA. Mas em Belém, reggae é mesmo com o MORMAÇO e nós fomos pra lá conferir.


É NÓS NA PEDRA, MANO! (KKKK).